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	<title>Inês Medeiros, autor em My Diabetes</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
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	<title>Inês Medeiros, autor em My Diabetes</title>
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		<title>Estudo mostra o papel do sistema imunitário na regulação dos níveis de açúcar no sangue</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Inês Medeiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 11:54:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo levado a cabo por Cientistas da Fundação Champalimaud, descobriu que o sistema imunitário não só é responsável pelo combate a infeções, como desempenha um papel fundamental na regulação dos níveis de açúcar no sangue. Habitualmente, a regulação da glicose acontece devido às hormonas insulina e glucagon, mas, de acordo com a investigação liderada [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um estudo levado a cabo por Cientistas da Fundação Champalimaud, descobriu que o sistema imunitário não só é responsável pelo combate a infeções, como desempenha um papel fundamental na regulação dos níveis de açúcar no sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Habitualmente, a regulação da glicose acontece devido às hormonas insulina e glucagon, mas, de acordo com a investigação liderada por Henrique Veiga-Fernandes, em jejum, as células imunitárias ILC2, aliadas ao sistema nervoso, são responsáveis por estimular a produção de glucagon no pâncreas, ajudando a manter estáveis os níveis de glicose no sangue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Através de experiências em ratos geneticamente modificados, a equipa de cientistas demonstrou que a ausência das células ILC2 afetava os níveis de glucagon, provocando elevadas descidas dos níveis de glicose. Assim que repostas estas células imunitárias, os valores do açúcar regulavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disto, a pesquisa detetou que a as células ILC2 migram para o pâncreas, em jejum, e que a interrupção desta comunicação citocínica resulta na diminuição dos níveis de glucagon, o que reflete a importância da sua função na regulação da glicose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes resultados, provenientes do primeiro estudo a demonstrar um circuito nervoso-imunitário-hormonal que coordena a produção de glicose em resposta a necessidades energéticas, abre portas ao tratamento de doenças como cancro, diabetes e obesidade, já que mostra como diferentes sistemas do corpo comunicam de forma a manter a homeostase.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este estudo revela um nível de comunicação entre os sistemas do corpo que estamos apenas a começar a compreender”, diz Veiga-Fernandes, assegurando que esta equipa da Fundação Champalimaud, vê esta descoberta como mote ao desenvolvimento de terapias que usem a colaboração entre órgãos no tratamento de doenças crónicas e metabólicas.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: Lusa</p>
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		<title>Circuito de medicamentos antidiabéticos inspecionado pelo INFARMED</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/circuito-de-medicamentos-antidiabeticos-inspecionado-pelo-infarmed/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Medeiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 11:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Autoridade Nacional do Medicamento (INFARMED) deu início este mês a um "processo alargado" de auditorias e inspeções ao circuito de medicamentos antidiabéticos, face à escassez destes fármacos no mercado. O anúncio foi feito em comunicado, justificando a decisão com os dados de utilização analisados no final de 2024.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Autoridade Nacional do Medicamento (INFARMED) deu início este mês a um &#8220;processo alargado&#8221; de auditorias e inspeções ao circuito de medicamentos antidiabéticos, face à escassez destes fármacos no mercado. O anúncio foi feito em comunicado, justificando a decisão com os dados de utilização analisados no final de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As auditorias abrangem todas as etapas do circuito dos medicamentos, desde os fabricantes e titulares de autorização de introdução no mercado até aos distribuidores, farmácias e o próprio sistema de saúde. Entre os medicamentos em causa estão os agonistas dos recetores GLP-1, como semaglutido, dulaglutido, liraglutido e exenatido. Estes incluem o Ozempic, um fármaco desenvolvido para tratar a diabetes tipo 2, mas cuja popularidade aumentou devido à sua utilização para perda de peso, incluindo por pessoas sem obesidade.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Infarmed, a monitorização é essencial, dado o cenário de &#8220;escassez no mercado global destes e de outros fármacos do mesmo grupo terapêutico&#8221;. O regulador português está a coordenar as suas ações com a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e outras entidades da União Europeia, numa tentativa de minimizar os efeitos desta falta de disponibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comunicado destaca ainda que os medicamentos antidiabéticos são comparticipados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) exclusivamente para a gestão e controlo da diabetes mellitus. A prescrição para outras finalidades, como a obesidade, não é elegível para comparticipação, sendo obrigatório que os médicos confirmem a indicação para a qual o medicamento está a ser prescrito, através de um alerta no sistema de prescrição eletrónica.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O semaglutido, substância ativa do Ozempic, foi concebido para baixar os níveis de açúcar no sangue em pessoas com diabetes tipo 2, reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. No entanto, o seu efeito na perda de peso em adultos obesos ou com excesso de peso, suprimindo o apetite, tornou-o amplamente procurado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mais recentes do Infarmed mostram que os antidiabéticos representaram, de janeiro a outubro do ano passado, o maior encargo do SNS em medicamentos em ambulatório, totalizando cerca de trezentos e quarenta e dois milhões de euros, um aumento de trinta e cinco milhões em relação ao mesmo período de 2023. O Ozempic, por si só, custou ao SNS trinta e três milhões de euros nesse período, um aumento de 2,1 milhões face ao ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este processo de auditoria reflete a preocupação com a crescente procura e os elevados custos associados a esta classe de medicamentos, tanto para o SNS quanto para os doentes, num esforço para garantir a sua disponibilidade para quem realmente necessita.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Bombas automáticas de insulina disponíveis nas farmácias a partir de 31 de janeiro</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/bombas-automaticas-de-insulina-disponiveis-nas-farmacias-a-partir-de-31-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Inês Medeiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 11:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As bombas automáticas de insulina para o tratamento da diabetes tipo 1 estão disponíveis nas farmácias de Portugal a partir do dia 31 de janeiro, segundo uma portaria publicada ontem, 21 de janeiro, em Diário da República. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As bombas automáticas de insulina para o tratamento da diabetes tipo 1 estão disponíveis nas farmácias de Portugal a partir do dia 31 de janeiro, segundo uma portaria publicada ontem, 21 de janeiro, em Diário da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta medida insere-se num regime excecional de comparticipação que cobre dispositivos médicos de perfusão subcutânea contínua de insulina (PSCI) e sistemas de monitorização contínua da glicose intersticial, incluindo consumíveis necessários ao seu funcionamento, integrados no Programa Nacional para a Diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dispositivos, destinados exclusivamente a beneficiários do Serviço Nacional de Saúde (SNS), têm comparticipação total do Estado e são dispensados em farmácias de oficina. A prescrição é realizada apenas por especialistas autorizados em medicina interna, endocrinologia e pediatria, que acompanhem os pacientes em centros de tratamento reconhecidos pela Direção-Geral da Saúde (DGS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o diploma, a alteração do circuito de acesso, que transfere a dispensa para as farmácias, tem como objetivo aumentar a acessibilidade dos doentes, acelerar o processo, melhorar a monitorização da utilização e promover a sustentabilidade do SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), Ema Paulino, congratulou-se com esta decisão, afirmando que “as farmácias estão preparadas para garantir o acesso seguro e em proximidade em todo o país”. Destaca ainda que esta medida traz “ganhos em saúde para o SNS e na melhoria da qualidade de vida das pessoas, nomeadamente através da diminuição das complicações agudas e crónicas da diabetes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), as bombas automáticas de insulina permitem uma melhor gestão da doença, reduzindo em 80 % o número de picadas nos dedos e em 95 % o número de injeções anuais, proporcionando assim uma melhoria significativa na qualidade de vida das pessoas com diabetes tipo 1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, estima-se que existem mais de trinta mil pessoas com diabetes tipo 1 em Portugal, incluindo cerca de cinco mil crianças e jovens. A doença, de origem autoimune, afeta o funcionamento das células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina, sendo necessário recorrer a tratamentos externos para manter os níveis de glicose no sangue equilibrados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa pretende alcançar uma distribuição progressiva das bombas automáticas até 2026, assegurando que todos os beneficiários potenciais têm acesso a este avanço no tratamento&nbsp;da&nbsp;diabetes.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA </p>
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