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	<title>Arquivo de Entrevistas - My Diabetes</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
	<lastBuildDate>Mon, 14 Sep 2026 14:57:04 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Entrevistas - My Diabetes</title>
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		<title>Save the Date: Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 07:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atualização científica em Endocrinologia, diabetes e metabolismo volta a reunir especialistas e médicos em formação na 31.ª edição do Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, promovido pelo Hospital de São João. A iniciativa decorre de 13 a 15 de outubro, na Ordem dos Médicos, no Porto, e dirige-se sobretudo a internos de Formação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A atualização científica em Endocrinologia, diabetes e metabolismo volta a reunir especialistas e médicos em formação na 31.ª edição do Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, promovido pelo Hospital de São João. A iniciativa decorre de 13 a 15 de outubro, na Ordem dos Médicos, no Porto, e dirige-se sobretudo a internos de Formação Geral, Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Endocrinologia. Assista às declarações de <strong>Joana Queirós</strong>, presidente do curso.</p>



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<iframe title="Joana Queirós" src="https://player.vimeo.com/video/1216131415?h=bb9c24c4dc&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O programa reúne temas centrais da prática clínica e combina sessões teóricas com formação prática. Entre os assuntos em destaque estão a evolução da abordagem à diabetes tipo 1, as doenças da tiroide, a Endocrinologia da mulher e a menopausa, a Endocrinologia reprodutiva, as doenças da hipófise, o pé diabético, a osteoporose, o hipoparatiroidismo e a vitamina D.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, o último dia será dedicado ao Advanced Course of Endocrinology.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://mydiabetes.pt/eventos/curso-pos-graduado-de-endocrinologia-e-advanced-course-regressam-em-outubro/">aqui</a>.</p>
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		<title>Porto recebe a elite mundial da investigação em incretinas: “Um reconhecimento da contribuição nacional”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/porto-recebe-a-elite-mundial-da-investigacao-em-incretinas-um-reconhecimento-da-contribuicao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 3 a 5 de setembro de 2026, o Instituto de Ciências Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto será o palco principal do European Incretin Study Group Meeting. A News Farma falou com Mariana P. Monteiro, Chair do Steering Committee do European Incretin Study Group, que levanta o véu sobre as grandes expectativas para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">De 3 a 5 de setembro de 2026, o Instituto de Ciências Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto será o palco principal do <em>European Incretin Study Group Meeting</em>. A News Farma falou com <strong>Mariana P. Monteiro</strong>, <em>Chair do Steering Committee</em> do <em>European Incretin Study Group</em>, que levanta o véu sobre as grandes expectativas para esta edição e os mais recentes avanços nas terapêuticas que revolucionaram o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Em 2026, o <em>European Incretin Study Group</em> da Sociedade Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD) irá reunir no Porto. O que representa para a comunidade nacional acolher esta reunião e quais são as expectativas para esta edição?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mariana P. Monteiro (MPM) |</strong> O <em>European Incretin Study Group Meeting</em> 2026 decorrerá de 3 a 5 de setembro, no Instituto de Ciências Abel Salazar da Universidade do Porto.&nbsp; Esta será a sexta edição de uma reunião de peritos internacionais com interesse no tema, depois de cinco encontros muito bem-sucedidos realizados em 2015, em Copenhaga; 2017, em Pisa; 2019, em Bochum; 2022, em Lausanne; e 2024, em Cambridge.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo destas edições, as reuniões do <em>European Incretin Study Group</em> têm sido organizadas em contexto académico pelos respetivos <em>Chairs do Steering Committee</em> do Grupo, cargo que assumi no presente biénio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Receber este grupo de cerca de&nbsp;150 médicos e académicos&nbsp;com interesse na fisiologia e fisiopatologia das incretinas e nas suas aplicações clínicas, na Universidade do Porto, constitui, para Portugal, um reconhecimento da contribuição nacional para esta área. É também uma oportunidade para dar maior visibilidade à investigação que se desenvolve em Portugal e para reforçar a integração dos nossos investigadores nas redes científicas internacionais. As expectativas para esta edição são, por isso, muito elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | As terapêuticas baseadas em incretinas transformaram profundamente o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade. Em que ponto se encontra atualmente esta área e quais considera serem os avanços mais promissores que serão discutidos durante a reunião?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MPM |</strong> Estamos numa fase de crescimento exponencial da investigação nesta área. Como referiu, a descoberta das incretinas foi revolucionária e modificou profundamente a prática clínica e o tratamento da diabetes tipo 2 da obesidade. Será este o tema da sessão plenária de abertura, proferida pelo Professor Michael Nauck, responsável pela descoberta do efeito incretina, que será moderada pelo Professor Jens J Holst, responsável pela descoberta da primeira incretina com aplicação clínica, o GLP-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, neste momento, a investigação tem mostrado que existem outras áreas terapêuticas nas quais a sua aplicação é igualmente promissora, o que está bem refletido no programa científico desta reunião. Um dos temas particularmente relevantes é a sessão sobre GLP-1 e comunicação intestino-cérebro. Compreender como os sinais provenientes do intestino são integrados pelo sistema nervoso central ajuda-nos a perceber melhor fenómenos como a regulação da ingestão alimentar e do metabolismo. É este percurso, da biologia fundamental para a compreensão da doença e, posteriormente, para o desenvolvimento de novas terapêuticas, que torna a investigação nesta área tão relevante. Quanto melhor compreendermos os mecanismos, maior será a nossa capacidade de desenvolver tratamentos mais eficazes e de explorar novas ferramentas terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Para além da sessão plenária de abertura, a reunião integra sessões de comunicações orais e apresentação de posters. Que oportunidades oferece este encontro para o desenvolvimento de novas colaborações e para a afirmação dos jovens investigadores?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MPM |</strong> O formato científico do <em>European Incretin Study Group</em> tem precisamente como objetivo estimular a apresentação e discussão dos trabalhos mais recentes nesta área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As sessões científicas são exclusivamente organizadas com base nos resumos submetidos, selecionados pelo <em>steering committee</em> para apresentação oral ou em formato de poster. Esta abordagem tem tido bastante sucesso na promoção da participação de cientistas e clínicos, tanto académicos como da indústria farmacêutica, permitindo a apresentação e discussão dos avanços científicos mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os jovens investigadores, esta é uma oportunidade particularmente relevante. Apresentar o seu trabalho perante uma comunidade de peritos internacionais permite dar visibilidade ao seu trabalho, estabelecer contactos que podem vir a resultar em novas colaborações e ainda a possibilidade de receber um dos três prémios de <em>Outstanding Early Career Researcher</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Enquanto investigadora, endocrinologista e atual <em>Chair da Steering Committee do European Incretin Study Group</em>, que mensagem gostaria de deixar aos investigadores e clínicos do grupo que irão participar nesta reunião no Porto?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MPM |</strong> Teremos um&nbsp;programa científico muito estimulante.&nbsp;Será igualmente um privilégio receber-vos no&nbsp;ICBAS – Universidade do Porto, uma instituição académica nacional de referência, que alia uma forte tradição no ensino e na investigação a um ambiente particularmente favorável à discussão e à colaboração científica.&nbsp;Espero que, para além da ciência, consigam também&nbsp;descobrir o Porto, uma cidade histórica, com uma identidade muito própria e uma enorme riqueza cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Venham ao Porto, partilhem a vossa ciência, estabeleçam novas colaborações e, acima de tudo, que levem boas memórias!</p>
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		<item>
		<title>“Hipotiroidismo e algumas tiroidites podem permanecer sem diagnóstico durante bastante tempo”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/hipotiroidismo-e-algumas-tiroidites-podem-permanecer-sem-diagnostico-durante-bastante-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sintomas pouco específicos, a baixa literacia em saúde e a ausência de rastreio populacional continuam a atrasar o diagnóstico das doenças da tiroide em Portugal. Em entrevista, a presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, Paula Freitas, explica por que motivo o reconhecimento precoce permanece um desafio e enquadra os rastreios gratuitos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas pouco específicos, a baixa literacia em saúde e a ausência de rastreio populacional continuam a atrasar o diagnóstico das doenças da tiroide em Portugal. Em entrevista, a presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, <strong>Paula Freitas</strong>, explica por que motivo o reconhecimento precoce permanece um desafio e enquadra os rastreios gratuitos promovidos pela SPEDM e pela ADTI, entre 2 e 4 de setembro, no Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | A SPEDM e a ADTI promovem, de 2 a 4 de setembro, rastreios gratuitos à tiroide, na estação de Metro da Trindade, no Porto. Qual o objetivo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paula Freitas (PF) |</strong> O objetivo é sensibilizar a população para as doenças da tiroide, facilitar a deteção precoce de alterações — como o hipotiroidismo — e incentivar quem tenha sintomas persistentes a procurar avaliação médica adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Estação da Trindade, a iniciativa permite uma primeira avaliação gratuita e informação direta ao público. Não substitui uma consulta nem estabelece, por si só, um diagnóstico definitivo; se houver indícios de alteração, a pessoa deverá ser orientada para o médico de família ou para Endocrinologia, onde poderá realizar análises e outros exames necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta ação procura também aumentar a literacia sobre doenças da tiroide, que podem passar despercebidas durante bastante tempo por os seus sinais serem confundidos com stress, envelhecimento ou rotina intensa. Decorre nos dias 2, 3 e 4 de setembro e antecede o encontro anual da European Thyroid Association, realizado no Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Muitos sintomas das doenças da tiróide confundem-se com outras patologias ou até com a menopausa. Que sinais devem levar à suspeita clínica e evitar atrasos no diagnóstico?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF |</strong> A suspeita clínica aumenta quando os sintomas formam um&nbsp;padrão coerente, persistente e progressivo, sobretudo se envolvem simultaneamente energia, peso, temperatura corporal, trânsito intestinal, alterações do ritmo cardíaco, alterações da pele ou cabelo ou do ciclo menstrual. Como muitos sinais confundem-se com menopausa, stress ou depressão e a presença de achados mais específicos deve motivar a recorrência ao medico assistente e/ou ao endocrinologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deve pensar-se em&nbsp;hipotiroidismo&nbsp;perante fadiga persistente associada a intolerância ao frio, obstipação, pele seca e espessada, aumento de peso sem alteração proporcional da alimentação, voz rouca, lentificação mental ou bradicardia. Outros sinais clínicos incluem por exemplo, edema facial ou palpebral, queda de cabelo, unhas frágeis, dores ou fraqueza muscular, menstruações mais abundantes ou irregulares, infertilidade, síndrome do túnel cárpico e hipercolesterolemia inexplicada — especialmente em pessoas jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo contrário, no&nbsp;hipertiroidismo, a combinação de palpitações ou pulso rápido ou irregular, tremor fino das mãos, nervosismo, insónia, intolerância ao calor e sudorese intensa é particularmente sugestiva. A suspeita é ainda maior quando há perda de peso involuntária apesar de apetite normal ou aumentado, evacuações mais frequentes/diarreia, fraqueza muscular proximal e bócio. Olhos mais salientes, dor ocular ou visão dupla são sinais compatíveis com oftalmopatia de Graves e justificam avaliação muito célere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ondas de calor, sudorese, perturbações do sono, alterações de humor, libido reduzida, queda de cabelo e irregularidade menstrual podem ocorrer tanto na peri-menopausa ou menopausa como nas disfunções tiroideias. Mas existem alterações que favorecem doença tiroideia em vez de atribuir tudo à menopausa, como por exemplo, alteração marcada de peso não explicada, obstipação persistente ou diarreia frequente; palpitações persistentes, fibrilhação auricular, tremor, bradicardia ou edema; bócio, nódulo no pescoço, voz rouca nova ou desconforto cervical; exoftalmia, olhos irritados ou proeminentes ou alterações visuais e ainda história pessoal ou familiar de doença autoimune, ou sintomas que não melhoram com a abordagem habitual da menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pessoa deve procurar avaliação médica mais rapidamente perante palpitações intensas ou ritmo cardíaco irregular, falta de ar, dor no peito, perda de peso rápida, confusão ou agitação marcada, ou alterações oculares recentes. Estes sinais não devem ser explicados automaticamente por ansiedade ou menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Quais são hoje os principais obstáculos ao diagnóstico precoce das doenças da tiroide em Portugal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF |</strong> Os principais entraves ou obstáculos em Portugal ao atraso no reconhecimento, ou seja, no diagnóstico precoce da doença tiroideia, resultam sobretudo da combinação entre sintomas pouco específicos, baixa literacia em saúde e uma suspeita clínica insuficiente em contextos comuns de cuidados de saúde. Muitas vezes, os sintomas são confundidos com outras situações, tal como já abordamos. Podemos ainda acrescentar a ausência de rastreio populacional para a maioria das patologias tiroideias e a dificuldades de acesso atempado a avaliação especializada. O resultado é que alterações frequentes, sobretudo o hipotiroidismo e algumas tiroidites, podem permanecer sem diagnóstico durante bastante tempo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Multidisciplinaridade é decisiva nos doentes com diabetes de longa evolução</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/multidisciplinaridade-e-decisiva-nos-doentes-com-diabetes-de-longa-evolucao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O acompanhamento das pessoas com diabetes de longa duração coloca desafios crescentes aos profissionais de saúde, sobretudo perante o envelhecimento da população e o aumento da multimorbilidade. O alerta foi deixado pelo assistente sénior de Endocrinologia da ULS Lisboa Ocidental João Sequeira Duarte, que sublinhou a necessidade de respostas integradas para uma população cada vez [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/multidisciplinaridade-e-decisiva-nos-doentes-com-diabetes-de-longa-evolucao/">Multidisciplinaridade é decisiva nos doentes com diabetes de longa evolução</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento das pessoas com diabetes de longa duração coloca desafios crescentes aos profissionais de saúde, sobretudo perante o envelhecimento da população e o aumento da multimorbilidade. O alerta foi deixado pelo assistente sénior de Endocrinologia da ULS Lisboa Ocidental <strong>João Sequeira Duarte</strong>, que sublinhou a necessidade de respostas integradas para uma população cada vez mais vulnerável. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="João Sequeira Duarte_1" src="https://player.vimeo.com/video/1204844770?h=4cd242867f&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista explicou que muitos destes doentes acumulam décadas de evolução da doença, circunstância que favorece o aparecimento de complicações, aumenta a fragilidade clínica e conduz frequentemente à polimedicação. A este cenário juntam-se limitações funcionais e redes de apoio familiar ou social nem sempre suficientes para responder às necessidades diárias. Perante esta realidade, defendeu que a resposta não depende apenas da otimização farmacológica, mas também da articulação entre diferentes profissionais e níveis de cuidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Sequeira Duarte considerou que a multidisciplinaridade, a cooperação entre equipas e uma organização eficiente do sistema de saúde constituem elementos fundamentais para assegurar cuidados ajustados à complexidade destes doentes. Na sua opinião, só uma abordagem integrada permitirá responder de forma consistente às necessidades clínicas, funcionais e sociais das pessoas que vivem há muitos anos com diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta entrevista foi realizada durante as XVIII Jornadas de Endocrinologia e Diabetes de Lisboa Ocidental.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/multidisciplinaridade-e-decisiva-nos-doentes-com-diabetes-de-longa-evolucao/">Multidisciplinaridade é decisiva nos doentes com diabetes de longa evolução</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>APDP: um século a colocar a pessoa com diabetes como parceira ativa</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/apdp-um-seculo-a-colocar-a-pessoa-com-diabetes-como-parceira-ativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 09:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito das comemorações dos 100 anos da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), João Nabais destacou o papel histórico da instituição na defesa e acompanhamento das pessoas com diabetes, sublinhando a evolução da associação ao longo de um século marcado por desafios e conquistas. Pessoa com diabetes há 45 anos e com diferentes [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/apdp-um-seculo-a-colocar-a-pessoa-com-diabetes-como-parceira-ativa/">APDP: um século a colocar a pessoa com diabetes como parceira ativa</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito das comemorações dos 100 anos da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), <strong>João Nabais</strong> destacou o papel histórico da instituição na defesa e acompanhamento das pessoas com diabetes, sublinhando a evolução da associação ao longo de um século marcado por desafios e conquistas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JOÃO NABAIS" src="https://player.vimeo.com/video/1192603804?h=53d3f88e6f&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Pessoa com diabetes há 45 anos e com diferentes ligações à associação ao longo do tempo, João Nabais afirmou ter acompanhado de perto a transformação da APDP, salientando que a instituição “sempre teve esta preocupação com a pessoa com diabetes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este percurso de 100 anos foi um percurso com muitas dificuldades, mas também com muitos sucessos”, notou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua opinião, um dos traços distintivos da associação tem sido a valorização do doente enquanto participante ativo no tratamento e não apenas como destinatário de cuidados. “A pessoa com diabetes não deve estar no centro, deve estar englobada nas políticas e ser um parceiro ativo naquilo que é o seu próprio tratamento”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Nabais considera que essa visão tem acompanhado a atuação da APDP ao longo dos últimos 100 anos e acredita que continuará a marcar o futuro da instituição.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/apdp-um-seculo-a-colocar-a-pessoa-com-diabetes-como-parceira-ativa/">APDP: um século a colocar a pessoa com diabetes como parceira ativa</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cem anos depois, APDP quer “fazer mais e melhor”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/cem-anos-depois-apdp-quer-fazer-mais-e-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) assinala um século de atividade com um sentimento de “grande orgulho” e de responsabilidade perante o legado construído ao longo de cem anos. A ideia foi sublinhada por Rita Nortadas, que destaca o percurso da instituição como uma referência incontornável na área da diabetes. Veja a entrevista. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) assinala um século de atividade com um sentimento de “grande orgulho” e de responsabilidade perante o legado construído ao longo de cem anos. A ideia foi sublinhada por <strong>Rita Nortadas</strong>, que destaca o percurso da instituição como uma referência incontornável na área da diabetes. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="RITA NORTADAS" src="https://player.vimeo.com/video/1192599800?h=78510b2a11&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi um caminho com algumas dificuldades, mas sentimos um grande orgulho e uma grande vontade de continuar este legado e de fazer mais e melhor”, afirmou durante a sessão comemorativa do centenário na Assembleia da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Rita Nortadas, o papel da APDP ultrapassa fronteiras e consolidou-se tanto ao nível da prestação de cuidados como da investigação e da formação de profissionais de saúde. “A APDP é um marco não só a nível nacional, mas também internacional. É uma referência para profissionais de saúde, para investigação, mas também para as próprias pessoas que vivem com diabetes”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsável reforçou ainda a ambição de manter a proximidade que caracteriza a instituição desde a sua fundação. “Desejamos que a Associação continue a ser a casa das pessoas que vivem com diabetes, mas também a casa de todos nós que dedicamos o nosso dia a dia à doença e às pessoas”, rematou.</p>
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		<title>Mais de metade dos doentes com diabetes falham metas de LDL</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/mais-de-metade-dos-diabeticos-falham-metas-de-ldl/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 07:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de metade dos doentes com diabetes tipo 2 seguidos numa unidade de saúde familiar não atingiam os valores-alvo de LDL-C, apesar do reconhecido risco cardiovascular acrescido desta população. O dado resulta de um estudo português publicado na Revista Portuguesa de Cardiologia, que indica falhas de prescrição, subutilização terapêutica e barreiras económicas. Em entrevista, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mais de metade dos doentes com diabetes tipo 2 seguidos numa unidade de saúde familiar não atingiam os valores-alvo de LDL-C, apesar do reconhecido risco cardiovascular acrescido desta população. O dado resulta de um estudo português publicado na <em>Revista Portuguesa de Cardiologia</em>, que indica falhas de prescrição, subutilização terapêutica e barreiras económicas. Em entrevista, o coautor do estudo <strong>André Cunha</strong>, especialista em Medicina Geral e Familiar da USF Renascer, explica os principais sinais de alerta. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="ANDRÉ CUNHA" src="https://player.vimeo.com/video/1187383460?h=0de9d25586&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo o médico, não há uma causa única. Há doentes sem qualquer terapêutica hipolipemiante, incluindo pessoas classificadas de risco alto e muito alto, e há outros medicados com estatinas de intensidade insuficiente para atingir as metas recomendadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho avaliou 245 pessoas com diabetes entre os 40 e os 69 anos. Em 59,2% dos casos, o LDL-C estava acima do alvo. Entre estes doentes, 27,6% não recebiam qualquer terapêutica redutora de lípidos. Apenas 9% estavam tratados com estatinas de alta intensidade, isoladas ou associadas a ezetimiba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para André Cunha, existe também um problema de adesão: persistem mitos sobre as estatinas, alimentados por fontes pouco credíveis, que levam alguns doentes a recusar tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro obstáculo é o custo. Na opinião do médico, a terapêutica combinada nem sempre é comportável, obrigando muitas vezes à prescrição separada dos fármacos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">56,7% dos utentes com diabetes tipo 1 avaliados pelo SCORE2-Diabetes foram classificados num nível de risco cardiovascular inferior ao atribuído pelo SCORE, um resultado “inesperado” e, garante André Cunha, inédito neste contexto. Ao contrário do que aconteceu em estudos com população não diabética, nos quais a transição do SCORE para o SCORE2 levou tendencialmente a reclassificações para níveis de risco superiores, neste caso verificou-se o oposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conclusão reforça a importância de calcular o risco cardiovascular com ferramentas adequadas e específicas para pessoas com diabetes antes de definir terapêuticas. Esse passo deve integrar a prática clínica regular, permitindo envolver melhor os doentes na gestão da doença e ajustar de forma progressiva a terapêutica hipolipemiante até atingir os objetivos recomendados pelas guidelines mais recentes.</p>
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		<title>“Associações de doentes são essenciais no combate à diabetes”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/associacoes-de-doentes-sao-essenciais-no-combate-a-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No contexto das comemorações do centenário da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) na Assembleia da República, a presidente eleita da International Diabetes Federation (IDF), Niti Pall, destacou o papel crescente das associações de doentes na transformação dos sistemas de saúde e na evolução dos cuidados em diabetes. Veja a entrevista. “Creio que o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No contexto das comemorações do centenário da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) na Assembleia da República, a presidente eleita da International Diabetes Federation (IDF), <strong>Niti Pall</strong>, destacou o papel crescente das associações de doentes na transformação dos sistemas de saúde e na evolução dos cuidados em diabetes. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="NITI PALL" src="https://player.vimeo.com/video/1192519794?h=ec8adb4a6c&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Creio que o papel das associações de doentes é ainda mais importante hoje do que era há cem anos”, afirmou, sublinhando que os próprios doentes são os principais arquitetos dos novos sistemas de saúde, das novas tecnologias e da implementação de algumas dessas tecnologias, além de fonte de dados para investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alertou, todavia, para os obstáculos económicos e regulatórios que continuam a limitar a inovação. “Muitos jovens estão a desenvolver as suas próprias tecnologias para gerir a diabetes, mas estão a ser bloqueados por regulamentações existentes”, referiu, defendendo a necessidade de encontrar mecanismos que permitam ultrapassar essas barreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Niti Pall, as associações enfrentam hoje o desafio de conciliar inovação com exigências políticas, legais e financeiras. Nesse sentido, considerou essencial investir em profissionalismo, boa governação e comunicação eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente eleita da International Diabetes Federation destacou ainda a importância das organizações internacionais enquanto estruturas agregadoras capazes de conferir legitimidade, promover aprendizagem conjunta e fortalecer a representação global das pessoas com diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a APDP, deixou elogios claros: “Tem sido absolutamente maravilhosa, não apenas na defesa dos direitos, mas também na organização de bons cuidados de saúde para a diabetes.”</p>
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		<title>A importância do impacto da dimensão emocional na diabetes</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/impacto-da-dimensao-emocional-marcou-debate-nas-jornadas-de-endocrinologia-e-diabetes-de-lisboa-ocidental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 09:30:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O impacto psicológico da diabetes tipo 1 foi um dos temas que mais marcou as XVIII Jornadas de Endocrinologia e Diabetes de Lisboa Ocidental, segundo a diretora do Serviço de Endocrinologia do Hospital Egas Moniz e presidente do encontro, Catarina Saraiva. No balanço do evento, considerou que a elevada participação e a interação entre palestrantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O impacto psicológico da diabetes tipo 1 foi um dos temas que mais marcou as XVIII Jornadas de Endocrinologia e Diabetes de Lisboa Ocidental, segundo a diretora do Serviço de Endocrinologia do Hospital Egas Moniz e presidente do encontro, <strong>Catarina Saraiva</strong>. No balanço do evento, considerou que a elevada participação e a interação entre palestrantes e audiência refletiram o interesse suscitado pelas diferentes sessões científicas. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Catarina Saraiva (1)" src="https://player.vimeo.com/video/1205734543?h=4f78ce0d8a&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os momentos mais relevantes, destacou a mesa dedicada à diabetes tipo 1, centrada no stress e na carga emocional associados à gestão diária da doença. Para Catarina Saraiva, esta abordagem trouxe uma perspetiva frequentemente menos valorizada na prática clínica, ao evidenciar as exigências permanentes impostas às pessoas que vivem com diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista defendeu que a consulta deve ir além da avaliação dos indicadores metabólicos e integrar uma comunicação mais próxima e empática, capaz de compreender o impacto da doença na vida quotidiana. Considera que ouvir o doente e conhecer as dificuldades que enfrenta constitui um elemento essencial para uma abordagem verdadeiramente centrada na pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua perspetiva, esta reflexão deixou uma mensagem importante para toda a equipa multidisciplinar, reforçando a necessidade de integrar as dimensões clínica e humana nos cuidados prestados.</p>
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		<title>Imunomodulação na diabetes tipo 1: experiência europeia mostra novos caminhos na intervenção precoce</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/imunomodulacao-na-diabetes-tipo-1-experiencia-europeia-mostra-novos-caminhos-na-intervencao-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Alice Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 08:53:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica (SEDP), que decorreu a 29 de maio, no Convento de São Francisco, em Coimbra, Olga Kordonouri, da Auf der Bult – Zentrum für Kinder und Jugendliche, partilhou a experiência do seu centro na implementação de estratégias de imunomodulação na diabetes tipo 1. Na palestra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Durante a Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica (SEDP), que decorreu a 29 de maio, no Convento de São Francisco, em Coimbra, <strong>Olga Kordonouri</strong>, da Auf der Bult – Zentrum für Kinder und Jugendliche, partilhou a experiência do seu centro na implementação de estratégias de imunomodulação na diabetes tipo 1. Na palestra intitulada “Imunomodulação – Experiência de um Centro Europeu”, a especialista abordou os desafios associados à introdução desta abordagem inovadora na prática clínica. Assista à entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="OLGA KORDONOURI" src="https://player.vimeo.com/video/1197759528?h=b213715077&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a especialista, um dos principais obstáculos passou pela organização de todo o processo assistencial e pela preparação das equipas envolvidas. “O maior desafio foi organizar tudo o que precisamos para o tratamento e educar cada um dos membros da equipa sobre o que é que isto tudo trata, como é a comunicação com os pais, como é a comunicação com a criança e, claro, como organizar o tratamento durante os 14 dias”, explicou. A especialista destacou a importância de uma abordagem multidisciplinar e de uma comunicação eficaz com as famílias para garantir o sucesso da implementação destas terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Olga Kordonouri, a possibilidade de intervir nas fases iniciais da doença representa uma mudança significativa na forma como a diabetes tipo 1 é encarada. “Estamos a viver numa época muito especial, porque compreendemos a diabetes como uma doença autoimune e agora temos, pela primeira vez, a possibilidade de intervir e talvez modificar o curso da doença em algumas pessoas, se identificadas precocemente”, afirmou. A médica acrescentou ainda que este é “um momento muito entusiasmante”, marcado por uma rápida aprendizagem e pela oportunidade de oferecer novas perspetivas às pessoas que irão desenvolver diabetes.</p>
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