Opinião

Hipotiroidismo e hipertiroidismo subclínicos
Dr. Nuno Vicente, interno formação específica Endocrinologia e Nutrição, Serviço Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo do CHUC
03 Jan. 2017

A doença subclínica da tiroide define-se bioquimicamente por alterações das concentrações de TSH (aumento ou diminuição no hipotiroidismo e hipertiroidismo, respetivamente), mantendo-se a T4L normal. Tal como o nome indica, as manifestações clínicas são escassas, o que torna o doseamento destas hormonas fundamental para o seu diagnóstico.

Conselhos de nutricionista para uma época festiva mais saudável
Dr.ª Jenifer Duarte, nutricionista e voluntária na Associação de Jovens Diabéticos de Portugal
27 Dez. 2016

A época festiva é de felicidade e alegria, mas igualmente de tentação ao nível da alimentação. Saímos da rotina e temos na nossa mesa natalícia os petiscos mais variados e, habitualmente, com uma elevada quantidade de hidratos de carbono e lípidos. Consequentemente, o aumento da pressão arterial, de peso corporal e de glicemia podem ser uma realidade pelos erros cometidos por estes dias para os nossos pacientes.

O nódulo da tiroide em 2016
Dr.ª Joana Saraiva, assistente hospitalar de Endocrinologia Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
21 Dez. 2016

Os nódulos da tiroide são muito frequentes na população. O uso generalizado de meios complementares de diagnóstico tem originado uma “epidemia” de nódulos não palpáveis (incidentalomas). A maioria não condiciona sintomatologia e a sua importância reside na necessidade de excluir malignidade, presente em 7-15% dos nódulos dependendo da presença de fatores de risco.

Como e quando iniciar a insulinoterapia na diabetes mellitus tipo 2?
Dr.ª Mara Ventura, Interna de Formação Específica de Endocrinologia/Nutrição
20 Dez. 2016

A diabetes mellitus tipo 2 é uma patologia crónica que requer uma abordagem multifatorial centrada no doente. Caracteriza-se por hiperglicémia crónica associada a diminuição da secreção de insulina e resistência à sua ação.

Os enfermeiros na educação da pessoa com diabetes
Enf.ª Isabel Lopes, Enfermeira chefe do Serviço de Endocrinologia dos CHUC-HUC
20 Dez. 2016

A diabetes mellitus configura-se hoje um problema de saúde pública, pela sua elevada incidência e prevalência, representando nos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, uma considerável sobrecarga económica, constituindo um enorme desafio para os profissionais de saúde, no sentido de identificar novas estratégias de atuação.

Neuroartropatia de Charcot
Dr.ª Ana Luísa Costa, Diabetologista, Coordenadora cientifica da consulta de Pé Diabético da APDP
31 Out. 2016

A neuro-osteoartropatia de Charcot (NC) ou mais frequentemente pé de Charcot, é uma complicação rara da DM e uma das mais devastadoras. Esta condição está intimamente relacionada com neuropatia periférica grave, é uma síndrome complexo que afeta o tecido ósseo, articulação e tecidos moles do pé e tornozelo, em resultado de um processo inflamatório inicial que causa diferentes graus de destruição e deformação óssea e articular.

 

Guidance do Internacional Working Group on Diabetic Foot
Dr. Rui Carvalho, Responsável da Consulta Multidisciplinar Pé Diabético do CH. Coordenador do GEPED. Representante de Portugal no IWGDF
31 Out. 2016

O Internacional Working Group on Diabetic Foot (IWGDF), organismo ligado à Federação Internacional da Diabetes tem publicado de 4 em 4 anos as Diretivas Práticas na Prevenção e Tratamento do pé Diabético, baseadas no melhor conhecimento científico mundial sobre o tema.

 

Pé neuroisquémico: Como avaliar o status vascular
Dr. Daniel Brandão, Consulta Multidisciplinar de Pé Diabético, Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho
31 Out. 2016

Um doente diabético tem uma probabilidade de 12 a 25% de desenvolver uma lesão trófica no pé ao longo da sua vida. A incidência anual global deste evento é de 2%, subindo para 7 a 10% se existir neuropatia e atingindo os 25 a 30% se coexistir adicionalmente a doença arterial periférica (DAP). De facto, a DAP está atualmente presente em 50 a 60% das úlceras em pé diabético. Na sequência, a DAP assume-se como um fator de risco independente de grande relevo para ulceração e perda do membro no doente diabético. Acresce-se ainda que a DAP está presente em cerca de 20% da globalidade dos doentes diabéticos e em mais de 90% dos diabéticos submetidos a amputação major.

 

Infeção: (Novos) Antibióticos
Dr. André Carvalho, Consulta Multidisciplinar de Pé Diabético Dr.ª Beatriz Serra – Hospital Santo António, Centro Hospitalar Porto
31 Out. 2016

O diabético vive tempos complexos. A uma longevidade cada vez maior associa-se as doenças vasculares e metabólicas que o predispõem a um aumento do risco de ulceração e infeção do pé.

 

Tratamento da neuropatia dolorosa
Dr. Rui Cernadas, ACES Espinho-Gaia
19 Out. 2016

Enquanto problema de saúde pública, a diabetes sublinha-nos dois aspetos muito relevantes: o crescimento brutal do número de doentes (e falaria apenas dos que estão já diagnosticados) e, o facto das complicações, a termo variável, causarem mortalidade prematura e riscos acrescidos em múltiplos territórios.

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Opinião

Complicações vasculares da diabetes: prevenir para evitar
Dr.ª Isabel Mangas, médica endocrinologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto
Dia Internacional da Tiroide: do diagnóstico ao tratamento das disfunções tiroideias
Dr.ª Maria João Oliveira, diretora do Serviço de Endocrinologia do CHVNG/E