Opinião

Como e quando iniciar a insulinoterapia na diabetes mellitus tipo 2?
Dr.ª Mara Ventura, Interna de Formação Específica de Endocrinologia/Nutrição
20 Dez. 2016

A diabetes mellitus tipo 2 é uma patologia crónica que requer uma abordagem multifatorial centrada no doente. Caracteriza-se por hiperglicémia crónica associada a diminuição da secreção de insulina e resistência à sua ação.

Os enfermeiros na educação da pessoa com diabetes
Enf.ª Isabel Lopes, Enfermeira chefe do Serviço de Endocrinologia dos CHUC-HUC
20 Dez. 2016

A diabetes mellitus configura-se hoje um problema de saúde pública, pela sua elevada incidência e prevalência, representando nos países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento, uma considerável sobrecarga económica, constituindo um enorme desafio para os profissionais de saúde, no sentido de identificar novas estratégias de atuação.

Neuroartropatia de Charcot
Dr.ª Ana Luísa Costa, Diabetologista, Coordenadora cientifica da consulta de Pé Diabético da APDP
31 Out. 2016

A neuro-osteoartropatia de Charcot (NC) ou mais frequentemente pé de Charcot, é uma complicação rara da DM e uma das mais devastadoras. Esta condição está intimamente relacionada com neuropatia periférica grave, é uma síndrome complexo que afeta o tecido ósseo, articulação e tecidos moles do pé e tornozelo, em resultado de um processo inflamatório inicial que causa diferentes graus de destruição e deformação óssea e articular.

 

Guidance do Internacional Working Group on Diabetic Foot
Dr. Rui Carvalho, Responsável da Consulta Multidisciplinar Pé Diabético do CH. Coordenador do GEPED. Representante de Portugal no IWGDF
31 Out. 2016

O Internacional Working Group on Diabetic Foot (IWGDF), organismo ligado à Federação Internacional da Diabetes tem publicado de 4 em 4 anos as Diretivas Práticas na Prevenção e Tratamento do pé Diabético, baseadas no melhor conhecimento científico mundial sobre o tema.

 

Pé neuroisquémico: Como avaliar o status vascular
Dr. Daniel Brandão, Consulta Multidisciplinar de Pé Diabético, Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho
31 Out. 2016

Um doente diabético tem uma probabilidade de 12 a 25% de desenvolver uma lesão trófica no pé ao longo da sua vida. A incidência anual global deste evento é de 2%, subindo para 7 a 10% se existir neuropatia e atingindo os 25 a 30% se coexistir adicionalmente a doença arterial periférica (DAP). De facto, a DAP está atualmente presente em 50 a 60% das úlceras em pé diabético. Na sequência, a DAP assume-se como um fator de risco independente de grande relevo para ulceração e perda do membro no doente diabético. Acresce-se ainda que a DAP está presente em cerca de 20% da globalidade dos doentes diabéticos e em mais de 90% dos diabéticos submetidos a amputação major.

 

Infeção: (Novos) Antibióticos
Dr. André Carvalho, Consulta Multidisciplinar de Pé Diabético Dr.ª Beatriz Serra – Hospital Santo António, Centro Hospitalar Porto
31 Out. 2016

O diabético vive tempos complexos. A uma longevidade cada vez maior associa-se as doenças vasculares e metabólicas que o predispõem a um aumento do risco de ulceração e infeção do pé.

 

Tratamento da neuropatia dolorosa
Dr. Rui Cernadas, ACES Espinho-Gaia
19 Out. 2016

Enquanto problema de saúde pública, a diabetes sublinha-nos dois aspetos muito relevantes: o crescimento brutal do número de doentes (e falaria apenas dos que estão já diagnosticados) e, o facto das complicações, a termo variável, causarem mortalidade prematura e riscos acrescidos em múltiplos territórios.

O presente e o futuro do pé diabético
Dr. José Manuel Boavida, APDP
19 Out. 2016

O pé diabético é um tema recorrente sempre que se fala de complicações da diabetes. Todos os anos se olha para o crescimento do número total de amputações dos membros inferiores, por motivo de diabetes, fazendo muitas vezes manchete nos órgãos de comunicação. A catástrofe anunciada parece não ter fim.

Números do Pé Diabético em Portugal
Prof. Doutor João Filipe Raposo, diretor clínico da APDP. professor Nova Medical School
19 Out. 2016

A diabetes mellitus representa um grave problema de Saúde Pública em Portugal (e no mundo) pela sua elevada prevalência (13% da população entre os 20-79 anos) e pelos custos económicos (10% da despesa em saúde), sociais e pessoais que acarreta.

Primeiro ensaio clínico a avaliar a terapêutica combinada agonista do recetor do GLP-1 e inibidor do SGLT2 apresentado na EASD
Prof. Doutor Davide Carvalho
27 Set. 2016

O ensaio clínico DURATION 8 atingiu os seus pontos finais [endpoints] primários e secundários: reduziu significativamente a glicemia (glicemia de jejum e hemoglobina glicada), o peso e a pressão arterial sistólica quando comparado com cada um dos fármacos isoladamente.

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