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	<title>Arquivo de Congresso Português de Endocrinologia 2026 - My Diabetes</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
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	<title>Arquivo de Congresso Português de Endocrinologia 2026 - My Diabetes</title>
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		<title>&#8220;Ninguém melhor do que os endocrinologistas para fazerem o rastreio, o diagnóstico e o tratamento da MASH”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:22:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os endocrinologistas estão numa posição privilegiada para diagnosticar e tratar a esteatohepatite associada à disfunção metabólica (MASH), dada a elevada prevalência desta condição em doentes com diabetes e obesidade, defendeu Paula Freitas, especialista em Endocrinologia na ULS São João, no rescaldo do simpósio &#8220;From Recognition to Resolution: The ESSENCE of MASH Care&#8221;, promovido pela Novo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os endocrinologistas estão numa posição privilegiada para diagnosticar e tratar a esteatohepatite associada à disfunção metabólica (MASH), dada a elevada prevalência desta condição em doentes com diabetes e obesidade, defendeu <strong>Paula Freitas</strong>, especialista em Endocrinologia na ULS São João, no rescaldo do simpósio &#8220;From Recognition to Resolution: The ESSENCE of MASH Care&#8221;, promovido pela Novo Nordisk no âmbito do Congresso Português de Endocrinologia 2026. Veja a entrevista em vídeo.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161382507?h=ff7bb4cab7&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="PAULA FREITAS"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre o papel dos endocrinologistas no diagnóstico e tratamento de MASH, Paula Freitas foi clara: &#8220;Os endocrinologistas têm um papel fundamental e por várias razões. Uma delas é que os endocrinologistas há muitos anos que sabem lidar com a obesidade e com a diabetes.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da SPEDM sublinhou a forte ligação entre estas patologias: &#8220;Ora, a MASH é muito prevalente nestas duas populações – que às vezes até são a mesma. Ou seja, têm obesidade e têm também já outras doenças.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paula Freitas destacou ainda que os endocrinologistas já seguem a população de risco, reforçando que “nós, endocrinologistas, temos um papel fundamental porque temos os doentes que têm as duas doenças, têm obesidade e têm diabetes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista apontou três áreas essenciais de intervenção: &#8220;E agora o que temos de aprender? Temos que pôr na nossa cabeça que precisamos de fazer o rastreio da MASH, de fazer o diagnóstico – e temos as ferramentas para o diagnóstico – e tratar esta entidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos mais enfatizados por Paula Freitas foi a familiaridade dos endocrinologistas com as opções terapêuticas disponíveis. &#8220;Nós temos tratamento e é um tratamento que nós já usávamos há muito tempo, quer para a diabetes quer para a obesidade&#8221;, realçou. Logo, esta experiência clínica prévia constitui uma vantagem decisiva: &#8220;Ou seja, nós sabemos manusear este tratamento, por isso ninguém melhor do que os endocrinologistas para fazerem o rastreio, o diagnóstico e o tratamento da MASH nestes doentes com obesidade e com diabetes&#8221;, concluiu a presidente da SPEDM.</p>
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		<title>Agonista do receptor de GLP-1 redefine abordagem à MASH e à fibrose hepática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tratamento da esteatohepatite associada à disfunção metabólica (MASH) entrou numa nova fase com a introdução de um fármaco que, nas palavras do internista e subespecialista em Doenças do Fígado, Filipe Nery, “foi, de facto, um game changer”. A afirmação foi feita durante o simpósio da Novo Nordisk, subordinado ao tema “From Recognition to Resolution: [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O tratamento da esteatohepatite associada à disfunção metabólica (MASH) entrou numa nova fase com a introdução de um fármaco que, nas palavras do internista e subespecialista em Doenças do Fígado, <strong>Filipe Nery</strong>, “foi, de facto, um game changer”. A afirmação foi feita durante o simpósio da Novo Nordisk, subordinado ao tema “From Recognition to Resolution: The ESSENCE of MASH Care”, realizado no âmbito do Congresso Português de Endocrinologia 2026. Assista à entrevista.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1160506031?h=b94008489b&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Agonista do receptor de GLP-1 redefine abordagem à MASH e à fibrose hepática"></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">O também professor universitário no ICBAS-UP sublinhou que o semaglutido “modificou muito a nossa conduta no tratamento dos doentes com doença hepática esteatótica, com infiltração de gordura no fígado, com fibrose moderada a avançada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o palestrante, uma vez iniciado o tratamento, o seguimento do doente assume um papel central. “A monitorização será também para avaliar os efeitos laterais associados ao fármaco, como é evidente”, referiu, acrescentando que, de acordo com os dados do estudo ESSENCE já disponíveis, estes efeitos “são muito semelhantes entre quem está a fazer o fármaco e quem está no grupo placebo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da segurança, o foco está também na resposta hepática e metabólica. E nesse campo, Filipe Nery defendeu uma abordagem estruturada, assente numa “avaliação sistemática cada vez que o doente vem à consulta”. Essa avaliação inclui “um perfil analítico bioquímico hepático, com transaminases, gama-GT, fosfatase alcalina”, bem como “marcadores metabólicos, perfil lipídico e hemoglobina glicada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos pontos centrais da sua intervenção foi a importância da fibrose hepática como determinante de prognóstico. De acordo com o especialista, a avaliação do grau de fibrose “deverá ser realizada normalmente um ano após o início da terapêutica”, permitindo “estabelecer a correlação entre o efeito da medicação, a melhoria do perfil analítico hepático e, sobretudo, a melhoria do grau de fibrose”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta melhoria é decisiva, uma vez que, como frisou, “é isso que vai depois acabar por impactar na saúde do fígado do doente”. Mas o impacto vai além do fígado. “Sabemos que quanto maior for o grau de fibrose, maior a probabilidade de virem a ter também eventos extra-hepáticos”, alertou, referindo um risco acrescido de “maior mortalidade, morbimortalidade, carga metabólica, tumores, etc.”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de reversão da fibrose com semaglutido levanta questões fundamentais sobre o impacto clínico a longo prazo. “Havendo reversão no grau de fibrose, como semaglutido comprovou conseguir, importa perceber o impacto que isso vai ter em termos de outcomes finais”, afirmou apontando para a potencial “diminuição da morbimortalidade e melhoria da qualidade de vida” dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, esse conhecimento ainda está em construção. “Esse conhecimento ser-nos-á dado provavelmente daqui a dois anos”, explicou, quando estiver concluída “a segunda parte do estudo ESSENCE, pois são esses os objetivos finais do trabalho”.</p>
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		<title>“Ensaio ESSENCE aproxima evidência científica da realidade do consultório”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/ensaio-essence-aproxima-evidencia-cientifica-da-realidade-do-consultorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os dados do ensaio ESSENCE assumem um papel particularmente relevante na prática clínica diária, ao refletirem com grande fidelidade o perfil real dos doentes tratados em consulta. A ideia foi sublinhada pela endocrinologista brasileira Cynthia Valério num balanço feito do simpósio da Novo Nordisk, “From Recognition to Resolution: The ESSENCE of MASH Care”, integrado no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os dados do ensaio ESSENCE assumem um papel particularmente relevante na prática clínica diária, ao refletirem com grande fidelidade o perfil real dos doentes tratados em consulta. A ideia foi sublinhada pela endocrinologista brasileira <strong>Cynthia Valério</strong> num balanço feito do simpósio da Novo Nordisk, “From Recognition to Resolution: The ESSENCE of MASH Care”, integrado no Congresso Português de Endocrinologia 2026. Veja a entrevista dada à Newsfarma.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1160506575?h=ddac88c457&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="“Ensaio ESSENCE aproxima evidência científica da realidade do consultório”"></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">Presidente-eleita da ABESO – Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica, a especialista destacou que “os dados do ESSENCE são muito importantes para a prática clínica, porque representam exatamente o doente do dia a dia do consultório”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a palestrante, o ensaio inclui maioritariamente “mulheres com cerca de 50 anos, com alguma alteração metabólica ou diabetes, e com obesidade ou com excesso de peso”, um perfil que espelha de forma clara a população acompanhada pelos endocrinologistas na prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cynthia Valério, a relevância do ESSENCE vai além dos resultados clínicos, tocando num dos principais desafios do tratamento da obesidade: a perceção da doença por parte do doente. “Os dados são muito relevantes porque os doentes muitas vezes resistem ao tratamento da obesidade per se”, afirmou, acrescentando que “não encaram a obesidade como uma doença”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta resistência inicial condiciona frequentemente a adesão terapêutica e a manutenção do tratamento a longo prazo. No entanto, a médica partilhou a sua experiência clínica com o semaglutido, sublinhando que “muitas vezes, quando iniciamos o tratamento com semaglutido e a manutenção na dose de 2,4 mg a longo prazo, o doente alcança o alvo de peso corporal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos aspetos mais destacados pela endocrinologista foi o papel do diagnóstico de doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD) como fator motivacional para o doente. “O facto de saber que tem a doença hepática avaliada previamente faz com que haja um excelente argumento tanto para iniciar o tratamento quanto para manter no longo prazo”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Cynthia Valério, esta realidade é recorrente na sua prática clínica. “Isso acontece muito no meu dia a dia do consultório”, referiu, sublinhando que o diagnóstico de MASH ajuda o doente a compreender a gravidade da sua condição metabólica e a necessidade de uma abordagem terapêutica sustentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, os dados do ensaio ESSENCE surgem como um elemento fundamental de suporte à decisão clínica. Para a palestrante, o estudo “constitui um ponto a favor para corroborar a prática clínica”.</p>
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		<title>Obesidade como doença crónica: tratamento a longo prazo e personalizado</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/obesidade-como-doenca-cronica-tratamento-a-longo-prazo-e-personalizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num simpósio desenvolvido pela Novo Nordisk, Nuno Vicente sublinhou que o sucesso terapêutico depende de uma mudança de mentalidade, onde médico e doente encaram a patologia além da componente estética. Durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026, o especialista da Unidade Local de Saúde da Região de Leiria destacou que a obesidade possui mecanismos biológicos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Num simpósio desenvolvido pela Novo Nordisk, <strong>Nuno Vicente</strong> sublinhou que o sucesso terapêutico depende de uma mudança de mentalidade, onde médico e doente encaram a patologia além da componente estética. Durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026, o especialista da Unidade Local de Saúde da Região de Leiria destacou que a obesidade possui mecanismos biológicos que favorecem a persistência e a recidiva, tornando essencial uma abordagem clínica de continuidade.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161382974?h=eca9406768&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Obesidade como doença crónica: tratamento a longo prazo e personalizado"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">O endocrinologista alertou que encarar o tratamento apenas com horizontes de curto prazo é um erro comum, visto que a suspensão da terapêutica após alguns meses leva à perda dos benefícios metabólicos e clínicos alcançados. Para o clínico, o papel das equipas médicas é crucial na transmissão desta mensagem de cronicidade, garantindo que o foco se mantenha na Saúde e não apenas na perda de peso imediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista defendeu ainda um modelo de tratamento altamente personalizado, caracterizado por ajustes graduais de dosagem, que respeitem a tolerância e a eficácia em cada indivíduo. Nuno Vicente observou que os doentes estão hoje mais informados e recetivos a novas opções terapêuticas, facilitando o estabelecimento de objetivos comuns entre a equipa médica e quem vive com a doença. Esta colaboração estreita e a adaptação das doses às necessidades específicas de cada pessoa são apontadas como fatores determinantes para assegurar a persistência e o sucesso do tratamento a longo prazo.</p>
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		<title>Melhoria da Saúde como o verdadeiro sucesso no tratamento da obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:45:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Megha Poddar foi palestrante convidada de um simpósio promovido pela Novo Nordisk, no Congresso Português de Endocrinologia 2026, e defendeu uma mudança de paradigma, centrando o tratamento nos resultados de Saúde específicos e na personalização da terapêutica de acordo com as comorbilidades do doente. Assista à entrevista da diretora do Medical Weight Management Centre of [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Megha Poddar</strong> foi palestrante convidada de um simpósio promovido pela Novo Nordisk, no Congresso Português de Endocrinologia 2026, e defendeu uma mudança de paradigma, centrando o tratamento nos resultados de Saúde específicos e na personalização da terapêutica de acordo com as comorbilidades do doente. Assista à entrevista da diretora do <em>Medical Weight Management Centre of Canada</em>.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161424132?h=c657d5d331&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Melhoria da Saúde como o verdadeiro sucesso no tratamento da obesidade"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">Durante a sua intervenção, Megha Poddar sublinhou que, durante muito tempo, o foco da obesidade recaiu exclusivamente na perda de peso, ignorando que o decréscimo de quilos não garante, por si só, a melhoria da Saúde. A especialista propõe que o sucesso do tratamento seja medido pela melhoria de condições de Saúde específicas, avaliando de que forma o peso impacta a vida do indivíduo em três vertentes fundamentais: Saúde Mental, mobilidade e Saúde metabólica. Esta abordagem permite identificar as áreas problemáticas para cada doente e selecionar as intervenções que terão maior impacto na sua qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A personalização do tratamento deve, por isso, basear-se na evidência científica disponível para adaptar a medicação ao desfecho de Saúde desejado. Como exemplo, a especialista referiu que o semaglutido é a única medicação comprovada na melhoria da doença cardíaca em doentes com obesidade e doença cardiovascular, sendo a recomendação personalizada para este perfil. Por outro lado, para doentes que sofrem de apneia do sono, a evidência aponta para a eficácia de outras opções, como a tirzepatida (nas doses de 10 mg e 15 mg). Em suma, o objetivo é compreender as necessidades de cada pessoa para desenhar um plano terapêutico que melhore os seus objetivos de saúde individuais.</p>
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		<title>Personalização e evidência: o novo paradigma no tratamento da obesidade com um agonista do GLP-1</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/personalizacao-e-evidencia-o-novo-paradigma-no-tratamento-da-obesidade-com-um-agonista-do-glp-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 17:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito de um simpósio, promovido pela Novo Nordisk, que tomou lugar no Congresso Português de Endocrinologia 2026, o especialista Daniel Macedo destacou a importância de adaptar as opções terapêuticas às comorbilidades e necessidades específicas de cada doente. Veja a entrevista ao endocrinologista do Hospital da Luz. Durante a sua intervenção, Daniel Macedo sublinhou que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/personalizacao-e-evidencia-o-novo-paradigma-no-tratamento-da-obesidade-com-um-agonista-do-glp-1/">Personalização e evidência: o novo paradigma no tratamento da obesidade com um agonista do GLP-1</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No âmbito de um simpósio, promovido pela Novo Nordisk, que tomou lugar no Congresso Português de Endocrinologia 2026, o especialista <strong>Daniel Macedo</strong> destacou a importância de adaptar as opções terapêuticas às comorbilidades e necessidades específicas de cada doente. Veja a entrevista ao endocrinologista do Hospital da Luz.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161383293?h=223a34cead&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="Personalização e evidência: o novo paradigma no tratamento da obesidade com um agonista do GLP-1"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">Durante a sua intervenção, Daniel Macedo sublinhou que a atual evidência clínica com o semaglutido, proveniente tanto de ensaios clínicos como de estudos de vida real, oferece uma base sólida para o tratamento de múltiplas comorbilidades em pessoas com excesso de peso e obesidade. O especialista destacou a evidência de semaglutido em pessoas com MASH (esteatohepatite associada à disfunção metabólica) e particularmente os resultados do ensaio SELECT, no qual semaglutido demonstrou benefícios na prevenção secundária cardiovascular, nomeadamente na redução do risco de eventos cardiovasculares major. Esta robustez de dados permite aos clínicos oferecer o semaglutido como opção terapêutica que não visam apenas a perda de peso, mas que se adapta diretamente às patologias preexistentes do doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A individualização do tratamento surge como o pilar central desta abordagem personalizada. Segundo Daniel Macedo, a flexibilidade terapêutica permite ajustar a estratégia, não só em função das doenças do indivíduo, mas também da sua faixa etária, incluindo a população idosa. Esta personalização estende-se à gestão da dosagem, permitindo escalar a dose de acordo com a tolerância aos efeitos secundários, os objetivos do tratamento e a capacidade de adesão de cada pessoa à medicação. Em suma, a escolha terapêutica deixa de ser generalista para se tornar uma decisão individualizada para quem está na consulta.</p>
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		<title>Transição bem-sucedida é decisiva na doença hipofisária</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/transicao-bem-sucedida-e-decisiva-na-doenca-hipofisaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 12:48:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transição dos cuidados pediátricos para os cuidados de adulto continua a ser um dos momentos mais críticos no acompanhamento de crianças e adolescentes com doenças hipofisárias. O alerta foi deixado durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026, pela endocrinologista da ULS Braga, Olinda Marques, numa intervenção centrada nos desafios clínicos, terapêuticos e psicossociais associados [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A transição dos cuidados pediátricos para os cuidados de adulto continua a ser um dos momentos mais críticos no acompanhamento de crianças e adolescentes com doenças hipofisárias. O alerta foi deixado durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026, pela endocrinologista da ULS Braga, <strong>Olinda Marques</strong>, numa intervenção centrada nos desafios clínicos, terapêuticos e psicossociais associados a este processo. Assista à entrevista.</p>

<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161728036?h=489e1bdec6&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="OLINDA MARQUES"></iframe></div><script src="https://player.vimeo.com/api/player.js"></script>

<p class="wp-block-paragraph">Segundo a especialista, as doenças da hipófise com início em idade pediátrica são múltiplas, complexas e de etiologia diversa, com impactos que se prolongam ao longo da vida. A transição não se resume à mudança de equipa clínica: corresponde a um percurso gradual em que o jovem passa de cuidados centrados nos pais para um modelo que exige autonomia, responsabilidade e adesão contínua à terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este período coincide, muitas vezes, com fases determinantes do desenvolvimento pessoal, como a conclusão do crescimento, alterações psicossociais, a entrada no ensino superior ou no mercado de trabalho. Segundo Olinda Marques, tudo isto aumenta o risco de perda de seguimento e de abandono do tratamento, defendendo um processo planeado, gradual e cuidadosamente acompanhado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro obstáculo frequente é a mudança de instituição, que implica novos médicos, enfermeiros e equipas, num contexto em que a própria doença já é, por si, exigente e potencialmente associada a morbilidade significativa. Acresce o facto de grande parte do conhecimento disponível resultar da extrapolação de protocolos do adulto, uma vez que muitas patologias hipofisárias não dispõem ainda de orientações específicas para a idade pediátrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Olinda Marques, o futuro passa por consultas multidisciplinares, com equipas experientes e articuladas, e pela sistematização das boas práticas já existentes. Afirma que há experiências positivas no terreno, mas são heterogéneas, considerando fundamental ouvi-las e transformá-las em normas orientadoras.</p>
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		<title>Re(veja) alguns dos principais momentos que assinalam o evento major da Endocrinologia nacional</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/reveja-alguns-dos-principais-momentos-que-assinalam-o-evento-major-da-endocrinologia-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 12:22:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 29 de janeiro e 1 de fevereiro, Coimbra foi o palco do Congresso Português de Endocrinologia 2026, que reuniu a comunidade científica para quatro dias de partilha, formação e convívio. Num balanço positivo, o evento contou com 739 participantes, 179 trabalhos científicos submetidos, dos quais 54 selecionados para comunicação oral, 66 apresentados em formato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entre 29 de janeiro e 1 de fevereiro, Coimbra foi o palco do Congresso Português de Endocrinologia 2026, que reuniu a comunidade científica para quatro dias de partilha, formação e convívio. Num balanço positivo, o evento contou com 739 participantes, 179 trabalhos científicos submetidos, dos quais 54 selecionados para comunicação oral, 66 apresentados em formato de poster para discussão e 59 em poster revisto. Percorra a galeria de imagens e recorde alguns dos principais momentos. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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		<title>Doença hepática: nova abordagem associada à obesidade demostra eficácia</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/doenca-hepatica-nova-abordagem-associada-a-obesidade-demostra-eficacia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doença esteatótica hepática associada à disfunção metabólica, uma comorbidade comum em pessoas com obesidade, pode ser combatida não só através de uma significativa perda de peso, como também de novos tratamentos farmacológicos, explica José Silva Nunes, diretor do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da ULS de São José. O especialista comenta o papel [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A doença esteatótica hepática associada à disfunção metabólica, uma comorbidade comum em pessoas com obesidade, pode ser combatida não só através de uma significativa perda de peso, como também de novos tratamentos farmacológicos, explica <strong>José Silva Nunes</strong>, diretor do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da ULS de São José. O especialista comenta o papel dos agonistas duplos de GLP-1 e das terapêuticas com potencial para melhorar a condição hepática, independentemente da redução de adiposidade. Assista à entrevista.</p>


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<p class="wp-block-paragraph">Durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026 decorreu o simpósio da Boehringer Ingelheim intitulado “Dupla ação, duplo impacto: o valor da combinação Glucagon/GLP-1 na obesidade e MASH”. Nesse sentido, e uma vez que “a doença esteatótica hepática associada à disfunção metabólica é uma comorbidade extremamente prevalente nas pessoas com obesidade”, José Silva Nunes comenta que, apesar da perda de adiposidade, melhorar esta comorbilidade, “haverá também efeitos benéficos de acordo com a molécula que é utilizada para atingir essa redução da adiposidade”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista em Endocrinologia ressalta que, entre os tratamentos promissores, está o survodotida, um agonista duplo de GLP-1 e glucagon, ainda não comercializado: “Trata-se de uma molécula que demonstrou benefícios em termos da doença esteatótica hepática, em estudo de fase dois”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico enfatizou ainda que a condição é muitas vezes subvalorizada e subdiagnosticada, apesar da sua alta prevalência em indivíduos com obesidade e diabetes tipo 2: “devo realçar que a doença esteatótica hepática é subvalorizada, subdiagnosticada e extremamente prevalente nas pessoas com obesidade”, reflete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com José Silva Nunes, a combinação da redução de adiposidade e o possível efeito direto de moléculas inovadoras representa uma estratégia promissora para o tratamento da doença, abrindo caminho para futuras terapias mais eficazes e direcionadas.</p>
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		<title>Patologia hipofisária: o desafio do diagnóstico precoce na criança</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/patologia-hipofisaria-o-desafio-do-diagnostico-precoce-na-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Pina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 10:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Português de Endocrinologia 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A patologia hipofisária em idade pediátrica exige um olhar clínico apurado e uma articulação estreita entre especialistas. A convicção é de Luís Cardoso, endocrinologista da ULS Coimbra, que encara o diagnóstico tardio como um obstáculo, especialmente em adenomas e contextos sindrómicos. Assista à entrevista realizada ao coordenador do Grupo de Estudo da Hipófise, durante o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A patologia hipofisária em idade pediátrica exige um olhar clínico apurado e uma articulação estreita entre especialistas. A convicção é de <strong>Luís Cardoso</strong>, endocrinologista da ULS Coimbra, que encara o diagnóstico tardio como um obstáculo, especialmente em adenomas e contextos sindrómicos. Assista à entrevista realizada ao coordenador do Grupo de Estudo da Hipófise, durante o Congresso Português de Endocrinologia 2026.</p>


<div style="padding:56.25% 0 0 0;position:relative;"><iframe src="https://player.vimeo.com/video/1161423221?h=72d516d428&amp;badge=0&amp;autopause=0&amp;player_id=0&amp;app_id=58479" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" style="position:absolute;top:0;left:0;width:100%;height:100%;" title="LUÍS CARDOSO_1"></iframe></div>
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<p class="wp-block-paragraph">A diferenciação clínica é subtil: num caso de doença de Cushing, por exemplo, o binómio &#8220;aumento de peso e desaceleração do crescimento&#8221; é um sinal de alerta crucial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A natureza frequentemente genética destas patologias obriga a um rastreio familiar rigoroso. Se um adulto é diagnosticado, a vigilância sobre a descendência torna-se imperativa. O foco não reside apenas na cura da doença, mas na mitigação de complicações permanentes num organismo em desenvolvimento. Sublinhou ainda a transição para a vida adulta, uma fase de vulnerabilidade onde o &#8220;empoderamento&#8221; do jovem doente é essencial para o sucesso terapêutico a longo prazo.</p>
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