<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Atualidade - My Diabetes</title>
	<atom:link href="https://mydiabetes.pt/category/atualidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mydiabetes.pt/category/atualidade/</link>
	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Sep 2026 08:43:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://mydiabetes.pt/wp-content/uploads/2025/07/cropped-diabetes-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Atualidade - My Diabetes</title>
	<link>https://mydiabetes.pt/category/atualidade/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Semaglutido associado a menor risco de amputação em doentes com diabetes tipo 2 e DAP</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/semaglutido-associado-a-menor-risco-de-amputacao-em-doentes-com-diabetes-tipo-2-e-dap/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 08:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245523</guid>

					<description><![CDATA[<p>O semaglutido e outros agonistas do recetor GLP-1 estiveram associados a uma redução da mortalidade, das amputações e da necessidade de revascularização em pessoas com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica (DAP), segundo um estudo publicado no Journal of the American Heart Association. A investigação analisou registos eletrónicos de saúde de 4.266 adultos, comparando [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/semaglutido-associado-a-menor-risco-de-amputacao-em-doentes-com-diabetes-tipo-2-e-dap/">Semaglutido associado a menor risco de amputação em doentes com diabetes tipo 2 e DAP</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O semaglutido e outros agonistas do recetor GLP-1 estiveram associados a uma redução da mortalidade, das amputações e da necessidade de revascularização em pessoas com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica (DAP), segundo um estudo publicado no Journal of the American Heart Association.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou registos eletrónicos de saúde de 4.266 adultos, comparando 2.133 doentes tratados com agonistas GLP-1 com igual número de doentes medicados apenas com metformina. Ao longo de cinco anos, a terapêutica com GLP-1 associou-se a menos 26% de risco de morte, menos 13% de hospitalizações, até menos 48% de amputações e menos 36% de procedimentos para restaurar o fluxo sanguíneo nos membros inferiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os benefícios foram mais marcados nos doentes com isquemia crónica ameaçadora do membro, a forma mais grave de DAP, e nas pessoas com obesidade. Não se observaram diferenças significativas na incidência de enfarte do miocárdio, AVC ou complicações renais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de um estudo observacional baseado na base de dados TriNetX, os autores sublinham que os resultados demonstram uma associação, mas não estabelecem uma relação de causalidade, defendendo ensaios clínicos aleatorizados para confirmar o efeito vascular dos agonistas GLP-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.medicalnewstoday.com/articles/semaglutide-may-lower-risk-serious-complications-diabetes-peripheral-artery-disease#GLP-1-medications-linked-to-better-outcomes">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/semaglutido-associado-a-menor-risco-de-amputacao-em-doentes-com-diabetes-tipo-2-e-dap/">Semaglutido associado a menor risco de amputação em doentes com diabetes tipo 2 e DAP</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ação de rastreio da tiroide pretende reduzir o subdiagnóstico em Portugal</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/acao-de-rastreio-da-tiroide-pretende-reduzir-o-subdiagnostico-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 09:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245497</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre 2 e 4 de setembro, a estação de Metro da Trindade, no Porto, recebe uma ação gratuita de sensibilização e rastreio da tiroide, promovida pela Associação das Doenças da Tiroide (ADTI) e pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM). A iniciativa pretende reforçar o reconhecimento precoce de alterações da função tiroideia e [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/acao-de-rastreio-da-tiroide-pretende-reduzir-o-subdiagnostico-em-portugal/">Ação de rastreio da tiroide pretende reduzir o subdiagnóstico em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entre 2 e 4 de setembro, a estação de Metro da Trindade, no Porto, recebe uma ação gratuita de sensibilização e rastreio da tiroide, promovida pela Associação das Doenças da Tiroide (ADTI) e pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa pretende reforçar o reconhecimento precoce de alterações da função tiroideia e facilitar o acesso a uma primeira avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que cerca de 1 milhão de pessoas viva com doenças da tiroide em Portugal, das quais 600 mil permanecem sem diagnóstico. Na Europa, uma revisão sistemática que reuniu 20 estudos epidemiológicos apontou para uma prevalência de 4,7% de hipotiroidismo não diagnosticado, sobretudo na sua forma subclínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rastreio, que conta com o apoio da Merck, pretende alertar para sintomas persistentes, como cansaço, alterações de peso, dificuldade de concentração ou intolerância ao frio, que podem justificar avaliação médica. Embora estes sinais tenham múltiplas causas, a identificação precoce pode contribuir para um diagnóstico e acompanhamento atempados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/acao-de-rastreio-da-tiroide-pretende-reduzir-o-subdiagnostico-em-portugal/">Ação de rastreio da tiroide pretende reduzir o subdiagnóstico em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ensaio mostra vantagem das refeições prescritas no controlo glicémico</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/ensaio-mostra-vantagem-das-refeicoes-prescritas-no-controlo-glicemico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245494</guid>

					<description><![CDATA[<p>As refeições adaptadas às necessidades clínicas reduziram mais a HbA1c do que um subsídio alimentar mensal em adultos com diabetes tipo 2 e insegurança alimentar, segundo um ensaio aleatorizado apresentado nas Sessões Científicas da American Diabetes Association 2026. O estudo incluiu 194 participantes (HbA1c média de 8,44%), distribuídos entre um programa de 10 refeições semanais, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ensaio-mostra-vantagem-das-refeicoes-prescritas-no-controlo-glicemico/">Ensaio mostra vantagem das refeições prescritas no controlo glicémico</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As refeições adaptadas às necessidades clínicas reduziram mais a HbA1c do que um subsídio alimentar mensal em adultos com diabetes tipo 2 e insegurança alimentar, segundo um ensaio aleatorizado apresentado nas Sessões Científicas da American Diabetes Association 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo incluiu 194 participantes (HbA1c média de 8,44%), distribuídos entre um programa de 10 refeições semanais, leite, aconselhamento telefónico por nutricionista e um subsídio de 40 dólares mensais para compra de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fim de seis meses, a HbA1c foi inferior no grupo das refeições (7,74% vs. 8,17%; p=0,037). Também se verificou redução da pressão arterial sistólica, enquanto o peso e a pressão diastólica não diferiram entre grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes relataram ainda menor insegurança alimentar, melhor qualidade da dieta e maior autoeficácia. Contudo, aos 12 meses, as diferenças desapareceram, sugerindo que os benefícios não se mantêm após o fim da intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.healio.com/news/endocrinology/20260702/medically-tailored-meals-lower-hba1c-more-than-food-subsidies-in-type-2-diabetes">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ensaio-mostra-vantagem-das-refeicoes-prescritas-no-controlo-glicemico/">Ensaio mostra vantagem das refeições prescritas no controlo glicémico</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Controlo da diabetes tipo 2 na meia-idade pode adiar demência em mais de uma década</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/controlo-da-diabetes-tipo-2-na-meia-idade-pode-adiar-demencia-em-mais-de-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245478</guid>

					<description><![CDATA[<p>O controlo da diabetes tipo 2, da hipertensão arterial e do tabagismo na meia-idade pode atrasar o aparecimento da demência em pelo menos 13 anos. A conclusão resulta de um estudo publicado na revista científica Neurology, que reforça o impacto dos fatores de risco cardiometabólicos na saúde cerebral. A investigação, conduzida por cientistas do NYU [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/controlo-da-diabetes-tipo-2-na-meia-idade-pode-adiar-demencia-em-mais-de-uma-decada/">Controlo da diabetes tipo 2 na meia-idade pode adiar demência em mais de uma década</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O controlo da diabetes tipo 2, da hipertensão arterial e do tabagismo na meia-idade pode atrasar o aparecimento da demência em pelo menos 13 anos. A conclusão resulta de um estudo publicado na revista científica <em>Neurology</em>, que reforça o impacto dos fatores de risco cardiometabólicos na saúde cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, conduzida por cientistas do NYU Langone Health, analisou dados de 12.409 participantes do estudo <em>Atherosclerosis Risk in Communities</em> (ARIC), com idade média de 56 anos e sem demência no início do acompanhamento. Os participantes foram seguidos durante uma mediana de 26 anos, período durante o qual 3.008 desenvolveram demência e 5.238 morreram sem diagnóstico da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que os indivíduos sem hipertensão, diabetes tipo 2 e hábitos tabágicos viveram, em média, mais 30,1 anos sem demência. Nos participantes com um fator de risco, esse período foi de 26,3 anos; com dois fatores, 21 anos; e com os três fatores, pouco mais de 17 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que estes fatores surgem frequentemente entre os 45 e os 65 anos e exercem efeitos duradouros na neurodegeneração. Os dados reforçam a importância do diagnóstico precoce e do controlo da diabetes tipo 2 e da hipertensão, bem como da cessação tabágica, como estratégias para preservar a função cognitiva ao longo do envelhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.neurology.org/doi/10.1212/WN9.0000000000000152">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/controlo-da-diabetes-tipo-2-na-meia-idade-pode-adiar-demencia-em-mais-de-uma-decada/">Controlo da diabetes tipo 2 na meia-idade pode adiar demência em mais de uma década</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Treino de força reduz risco de diabetes tipo 2</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/treino-de-forca-reduz-risco-de-diabetes-tipo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245475</guid>

					<description><![CDATA[<p>O treino de força realizado de forma consistente ao longo da meia-idade está associado a uma redução significativa do risco de desenvolver diabetes tipo 2, sobretudo quando integrado num estilo de vida que inclui atividade física aeróbia e menor tempo sedentário. A conclusão resulta de um estudo prospetivo publicado no JAMA Network Open, que acompanhou [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/treino-de-forca-reduz-risco-de-diabetes-tipo-2/">Treino de força reduz risco de diabetes tipo 2</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O treino de força realizado de forma consistente ao longo da meia-idade está associado a uma redução significativa do risco de desenvolver diabetes tipo 2, sobretudo quando integrado num estilo de vida que inclui atividade física aeróbia e menor tempo sedentário. A conclusão resulta de um estudo prospetivo publicado no <em>JAMA Network Open</em>, que acompanhou 143.715 profissionais de saúde norte-americanos durante uma média de 19,2 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face à ausência de treino de força, a prática de duas ou mais horas semanais associou-se a uma redução de 27% do risco de diabetes tipo 2 (HR 0,73). Entre os participantes que mantiveram níveis elevados de treino de força entre os 40 e os 60 anos, a redução do risco atingiu 42% (HR 0,58). Já aqueles que aumentaram gradualmente esta prática ao longo da meia-idade também registaram benefício, com uma redução de 21% do risco (HR 0,79).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A menor incidência de diabetes foi observada nos participantes que combinaram treino de força durante pelo menos uma hora por semana, atividade física aeróbia de acordo com as recomendações e menos de duas horas diárias de televisão, apresentando um risco 62% inferior ao dos participantes que não cumpriam nenhuma destas recomendações (HR 0,38).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores defendem que estes resultados reforçam a inclusão do treino de força nas recomendações para prevenção da diabetes tipo 2, salientando que a consistência da prática ao longo do tempo parece ser determinante para maximizar o benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2850563">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/treino-de-forca-reduz-risco-de-diabetes-tipo-2/">Treino de força reduz risco de diabetes tipo 2</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo reforça ligação entre hipercortisolismo e diabetes tipo 2 de difícil controlo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/estudo-reforca-ligacao-entre-hipercortisolismo-e-diabetes-tipo-2-de-dificil-controlo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245443</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cerca de um em cada quatro doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo apresenta hipercortisolismo, segundo os resultados intercalares da primeira fase do estudo CAPTAIN-T2D. Os dados confirmam os resultados anteriormente obtidos no estudo CATALYST e reforçam a hipótese de que alterações do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal poderão desempenhar um papel relevante na persistência do mau [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/estudo-reforca-ligacao-entre-hipercortisolismo-e-diabetes-tipo-2-de-dificil-controlo/">Estudo reforça ligação entre hipercortisolismo e diabetes tipo 2 de difícil controlo</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cerca de um em cada quatro doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo apresenta hipercortisolismo, segundo os resultados intercalares da primeira fase do estudo CAPTAIN-T2D. Os dados confirmam os resultados anteriormente obtidos no estudo CATALYST e reforçam a hipótese de que alterações do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal poderão desempenhar um papel relevante na persistência do mau controlo glicémico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise incluiu 397 adultos com HbA1c igual ou superior a 7,5%, apesar do tratamento com, pelo menos, dois antidiabéticos, e com pelo menos um fator de risco adicional para cortisol elevado. Após um teste de supressão com 1 mg de dexametasona, 25,4% apresentavam níveis matinais de cortisol superiores a 1,8 µg/dL, valor compatível com hipercortisolismo. Além disso, 29% registaram valores entre 1,2 e 1,8 µg/dL, intervalo que, no estudo CATALYST, foi associado a uma maior prevalência de doença cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a cardiologista Elena A. Christofides, a consistência entre os dois estudos sugere que a avaliação do hipercortisolismo poderá tornar-se uma componente importante na abordagem dos doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo. A segunda fase do CAPTAIN-T2D irá investigar se o clofutriben, um modulador da produção de cortisol, melhora o controlo metabólico destes doentes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/estudo-reforca-ligacao-entre-hipercortisolismo-e-diabetes-tipo-2-de-dificil-controlo/">Estudo reforça ligação entre hipercortisolismo e diabetes tipo 2 de difícil controlo</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>APDP alerta para as implicações das novas regras no acesso à comparticipação de medicamentos</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/apdp-alerta-para-as-implicacoes-das-novas-regras-no-acesso-a-comparticipacao-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245437</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) manifesta-se face às novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que estão a retirar, de forma automática e sem aviso prévio, o direito à comparticipação de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A comparticipação de medicamentos não é um benefício, é um direito essencial para [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/apdp-alerta-para-as-implicacoes-das-novas-regras-no-acesso-a-comparticipacao-de-medicamentos/">APDP alerta para as implicações das novas regras no acesso à comparticipação de medicamentos</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) manifesta-se face às novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que estão a retirar, de forma automática e sem aviso prévio, o direito à comparticipação de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A comparticipação de medicamentos não é um benefício, é um direito essencial para quem vive, todos os dias, dependente de tratamento contínuo”, defende <strong>José Manuel Boavida</strong>, presidente da APDP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde abril, as alterações introduzidas no RNU passaram a exigir a atualização regular de dados nos centros de saúde, sob pena de os utentes perderem a inscrição ativa e, consequentemente, o direito à comparticipação de medicamentos. Segundo a informação recentemente divulgada, o próprio sistema informático do RNU está a bloquear a prescrição médica e a excluir automaticamente do regime de comparticipação diversos utentes, nomeadamente aqueles que recorrem também ao setor social de saúde ou que se encontram institucionalizados em unidades de cuidados continuados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos aceitar que estas regras se traduzam em risco real para a saúde e para a vida das pessoas com diabetes. Apelamos ao Ministério da Saúde para que aja com urgência e garanta que ninguém fica sem acesso à medicação de que necessita para sobreviver”, afirma José Manuel Boavida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A APDP alerta que esta situação tem um impacto particularmente grave e desproporcionado nas pessoas que vivem com diabetes, uma doença crónica que exige o acesso diário, contínuo e sem interrupções a medicação e dispositivos médicos essenciais, como insulina, antidiabéticos orais e dispositivos de monitorização da glicemia. A interrupção súbita da comparticipação coloca em risco não só a estabilidade financeira das famílias, mas, acima de tudo, a própria saúde e segurança destas pessoas, podendo agravar complicações, comprometer o controlo metabólico da doença e provocar internamentos evitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação recorda que muitas pessoas com diabetes já enfrentam um esforço financeiro considerável para gerir a sua condição e que qualquer entrave que resulte na perda, mesmo que temporária, do apoio do Estado, é inaceitável e potencialmente perigosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face ao exposto, a APDP apela às autoridades de saúde para que resolvam com a máxima urgência os problemas identificados no sistema do RNU, garantindo que nenhum doente crónico, e em particular nenhuma pessoa com diabetes, fique sem acesso à medicação de que depende para viver, obrigando até a que se implemente um sistema de aviso pessoal sempre que existam dúvidas sobre o direito de acesso ao SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação exige ainda que sejam criados mecanismos simplificados e acessíveis de atualização de dados, que não penalizem os utentes mais vulneráveis, incluindo aqueles com mobilidade reduzida ou que se encontram institucionalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A APDP reafirma a sua total disponibilidade para colaborar com as entidades competentes na procura de soluções que garantam a proteção dos direitos das pessoas com doença crónica em Portugal. Vai, ainda, divulgar junto das pessoas com diabetes e da população geral a que tem acesso, da necessidade de atualização dos seus dados no SNS, dirigindo-se, para tal, ao centro de saúde de referência ou ao portal SNS24.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/apdp-alerta-para-as-implicacoes-das-novas-regras-no-acesso-a-comparticipacao-de-medicamentos/">APDP alerta para as implicações das novas regras no acesso à comparticipação de medicamentos</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ultraprocessados podem agravar fatores de risco cardiovascular na diabetes tipo 1</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/ultraprocessados-podem-agravar-fatores-de-risco-cardiovascular-na-diabetes-tipo-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245412</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice sugere que um maior consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está associado a um perfil lipídico mais aterogénico em adultos com diabetes tipo 1 (DT1), traduzido por níveis mais elevados de triglicéridos e valores mais baixos de colesterol HDL. Os resultados reforçam a importância da qualidade [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ultraprocessados-podem-agravar-fatores-de-risco-cardiovascular-na-diabetes-tipo-1/">Ultraprocessados podem agravar fatores de risco cardiovascular na diabetes tipo 1</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na revista <em>Diabetes Research and Clinical Practice</em> sugere que um maior consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está associado a um perfil lipídico mais aterogénico em adultos com diabetes tipo 1 (DT1), traduzido por níveis mais elevados de triglicéridos e valores mais baixos de colesterol HDL. Os resultados reforçam a importância da qualidade da alimentação na gestão do risco cardiovascular nesta população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou 253 adultos com DT1, com idade média de 38,9 anos e duração média da doença de 22,4 anos, todos utilizadores de monitorização contínua da glicose. Em média, os AUP representavam 15,5% da ingestão alimentar diária. Após ajustamento para potenciais fatores de confusão, cada aumento de 20 g de AUP por 1000 kcal associou-se a um incremento dos triglicéridos e a uma redução do colesterol HDL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As bebidas açucaradas ou adoçadas artificialmente relacionaram-se com níveis mais elevados de triglicéridos, enquanto as carnes processadas se associaram a valores inferiores de HDL. Entre os participantes tratados com múltiplas administrações diárias de insulina ou sistemas <em>open-loop</em>, os pratos prontos a consumir também se associaram a níveis mais elevados de HbA1c.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a natureza transversal do estudo não permitir estabelecer causalidade, os autores defendem que a redução do consumo de carnes processadas e bebidas açucaradas deve ser reforçada no aconselhamento nutricional dirigido às pessoas com DT1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.diabetesresearchclinicalpractice.com/article/S0168-8227(26)00293-7/abstract">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ultraprocessados-podem-agravar-fatores-de-risco-cardiovascular-na-diabetes-tipo-1/">Ultraprocessados podem agravar fatores de risco cardiovascular na diabetes tipo 1</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Glicose elevada associada a envelhecimento cerebral acelerado</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/glicose-elevada-associada-a-envelhecimento-cerebral-acelerado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 09:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245409</guid>

					<description><![CDATA[<p>Níveis mais elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral mais rápido, segundo um estudo que reforça a importância do controlo metabólico também na preservação da função cerebral. Os investigadores recorreram a inteligência artificial para desenvolver um modelo capaz de estimar a &#8220;idade cerebral&#8221; a partir de mais de mil características obtidas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/glicose-elevada-associada-a-envelhecimento-cerebral-acelerado/">Glicose elevada associada a envelhecimento cerebral acelerado</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Níveis mais elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral mais rápido, segundo um estudo que reforça a importância do controlo metabólico também na preservação da função cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores recorreram a inteligência artificial para desenvolver um modelo capaz de estimar a &#8220;idade cerebral&#8221; a partir de mais de mil características obtidas por ressonância magnética. A diferença entre a idade cerebral estimada e a idade cronológica – designada <em>brain age gap</em> – permitiu avaliar o grau de envelhecimento cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre nove metabolitos sanguíneos associados a este indicador, a glicose revelou a relação mais forte. Indivíduos com valores mais elevados apresentavam cérebros com aparência mais envelhecida nas imagens de ressonância magnética. A análise genética sustentou ainda uma possível relação causal entre níveis elevados de glicose e aceleração do envelhecimento cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da glicose associou-se igualmente à redução do volume de 80 regiões cerebrais e a um maior risco de demência, doença de Alzheimer, demência vascular, doença de Parkinson, acidente vascular cerebral, depressão e ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os autores sublinhem que o envelhecimento cerebral resulta de múltiplos fatores, incluindo hipertensão, sono, atividade física e tabagismo, os resultados reforçam a hipótese de que a manutenção da glicemia em níveis saudáveis poderá contribuir para proteger a saúde cerebral ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42337012/">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/glicose-elevada-associada-a-envelhecimento-cerebral-acelerado/">Glicose elevada associada a envelhecimento cerebral acelerado</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto da APDP desafia jovens com diabetes tipo 1 a gerir a doença em contexto extremo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/projeto-da-apdp-desafia-jovens-com-diabetes-tipo-1-a-gerir-a-doenca-em-contexto-extremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245374</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), através do Núcleo Jovem, promoveu a 9.ª edição do projeto “Diabetes com A(l)titude”, que reuniu 21 jovens com diabetes tipo 1 numa expedição entre Ronda e Málaga, em Espanha. A iniciativa pretende demonstrar que a prática de atividade física exigente é compatível com a doença, desde que [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/projeto-da-apdp-desafia-jovens-com-diabetes-tipo-1-a-gerir-a-doenca-em-contexto-extremo/">Projeto da APDP desafia jovens com diabetes tipo 1 a gerir a doença em contexto extremo</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), através do Núcleo Jovem, promoveu a 9.ª edição do projeto “Diabetes com A(l)titude”, que reuniu 21 jovens com diabetes tipo 1 numa expedição entre Ronda e Málaga, em Espanha. A iniciativa pretende demonstrar que a prática de atividade física exigente é compatível com a doença, desde que exista preparação, conhecimento e uma gestão adequada da terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhados por profissionais de saúde da APDP e por guias da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, os participantes enfrentaram um conjunto de desafios físicos e psicológicos, incluindo percursos de vias ferratas e o Caminito del Rey, colocando à prova a capacidade de adaptação e de autocontrolo em contexto real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da APDP, José Manuel Boavida, entende que o projeto reforça a autonomia e a confiança dos jovens, demonstrando que a diabetes tipo 1 &#8220;não impõe limites, mas exige conhecimento e atitude&#8221;. Já a coordenadora do Núcleo Jovem da APDP, Alexandra Costa, destaca que estes contextos permitem desenvolver competências de autocuidado fundamentais para a gestão da doença em situações exigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 2017, o projeto tem como principal objetivo educar para o tratamento da diabetes durante o exercício físico, promovendo simultaneamente o apoio entre pares. Ao longo das várias edições, a iniciativa tem contribuído para melhorar a autoconfiança, a aceitação da doença e a qualidade de vida dos participantes.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/projeto-da-apdp-desafia-jovens-com-diabetes-tipo-1-a-gerir-a-doenca-em-contexto-extremo/">Projeto da APDP desafia jovens com diabetes tipo 1 a gerir a doença em contexto extremo</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
