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	<title>Arquivo de Atualidade - My Diabetes</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Aug 2026 08:30:39 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Atualidade - My Diabetes</title>
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	<item>
		<title>Estudo reforça ligação entre hipercortisolismo e diabetes tipo 2 de difícil controlo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/estudo-reforca-ligacao-entre-hipercortisolismo-e-diabetes-tipo-2-de-dificil-controlo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de um em cada quatro doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo apresenta hipercortisolismo, segundo os resultados intercalares da primeira fase do estudo CAPTAIN-T2D. Os dados confirmam os resultados anteriormente obtidos no estudo CATALYST e reforçam a hipótese de que alterações do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal poderão desempenhar um papel relevante na persistência do mau [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Cerca de um em cada quatro doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo apresenta hipercortisolismo, segundo os resultados intercalares da primeira fase do estudo CAPTAIN-T2D. Os dados confirmam os resultados anteriormente obtidos no estudo CATALYST e reforçam a hipótese de que alterações do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal poderão desempenhar um papel relevante na persistência do mau controlo glicémico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise incluiu 397 adultos com HbA1c igual ou superior a 7,5%, apesar do tratamento com, pelo menos, dois antidiabéticos, e com pelo menos um fator de risco adicional para cortisol elevado. Após um teste de supressão com 1 mg de dexametasona, 25,4% apresentavam níveis matinais de cortisol superiores a 1,8 µg/dL, valor compatível com hipercortisolismo. Além disso, 29% registaram valores entre 1,2 e 1,8 µg/dL, intervalo que, no estudo CATALYST, foi associado a uma maior prevalência de doença cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a cardiologista Elena A. Christofides, a consistência entre os dois estudos sugere que a avaliação do hipercortisolismo poderá tornar-se uma componente importante na abordagem dos doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo. A segunda fase do CAPTAIN-T2D irá investigar se o clofutriben, um modulador da produção de cortisol, melhora o controlo metabólico destes doentes.</p>
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		<item>
		<title>APDP alerta para as implicações das novas regras no acesso à comparticipação de medicamentos</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/apdp-alerta-para-as-implicacoes-das-novas-regras-no-acesso-a-comparticipacao-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) manifesta-se face às novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que estão a retirar, de forma automática e sem aviso prévio, o direito à comparticipação de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A comparticipação de medicamentos não é um benefício, é um direito essencial para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) manifesta-se face às novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que estão a retirar, de forma automática e sem aviso prévio, o direito à comparticipação de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A comparticipação de medicamentos não é um benefício, é um direito essencial para quem vive, todos os dias, dependente de tratamento contínuo”, defende <strong>José Manuel Boavida</strong>, presidente da APDP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde abril, as alterações introduzidas no RNU passaram a exigir a atualização regular de dados nos centros de saúde, sob pena de os utentes perderem a inscrição ativa e, consequentemente, o direito à comparticipação de medicamentos. Segundo a informação recentemente divulgada, o próprio sistema informático do RNU está a bloquear a prescrição médica e a excluir automaticamente do regime de comparticipação diversos utentes, nomeadamente aqueles que recorrem também ao setor social de saúde ou que se encontram institucionalizados em unidades de cuidados continuados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos aceitar que estas regras se traduzam em risco real para a saúde e para a vida das pessoas com diabetes. Apelamos ao Ministério da Saúde para que aja com urgência e garanta que ninguém fica sem acesso à medicação de que necessita para sobreviver”, afirma José Manuel Boavida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A APDP alerta que esta situação tem um impacto particularmente grave e desproporcionado nas pessoas que vivem com diabetes, uma doença crónica que exige o acesso diário, contínuo e sem interrupções a medicação e dispositivos médicos essenciais, como insulina, antidiabéticos orais e dispositivos de monitorização da glicemia. A interrupção súbita da comparticipação coloca em risco não só a estabilidade financeira das famílias, mas, acima de tudo, a própria saúde e segurança destas pessoas, podendo agravar complicações, comprometer o controlo metabólico da doença e provocar internamentos evitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação recorda que muitas pessoas com diabetes já enfrentam um esforço financeiro considerável para gerir a sua condição e que qualquer entrave que resulte na perda, mesmo que temporária, do apoio do Estado, é inaceitável e potencialmente perigosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face ao exposto, a APDP apela às autoridades de saúde para que resolvam com a máxima urgência os problemas identificados no sistema do RNU, garantindo que nenhum doente crónico, e em particular nenhuma pessoa com diabetes, fique sem acesso à medicação de que depende para viver, obrigando até a que se implemente um sistema de aviso pessoal sempre que existam dúvidas sobre o direito de acesso ao SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação exige ainda que sejam criados mecanismos simplificados e acessíveis de atualização de dados, que não penalizem os utentes mais vulneráveis, incluindo aqueles com mobilidade reduzida ou que se encontram institucionalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A APDP reafirma a sua total disponibilidade para colaborar com as entidades competentes na procura de soluções que garantam a proteção dos direitos das pessoas com doença crónica em Portugal. Vai, ainda, divulgar junto das pessoas com diabetes e da população geral a que tem acesso, da necessidade de atualização dos seus dados no SNS, dirigindo-se, para tal, ao centro de saúde de referência ou ao portal SNS24.</p>
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		<item>
		<title>Ultraprocessados podem agravar fatores de risco cardiovascular na diabetes tipo 1</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/ultraprocessados-podem-agravar-fatores-de-risco-cardiovascular-na-diabetes-tipo-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice sugere que um maior consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está associado a um perfil lipídico mais aterogénico em adultos com diabetes tipo 1 (DT1), traduzido por níveis mais elevados de triglicéridos e valores mais baixos de colesterol HDL. Os resultados reforçam a importância da qualidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na revista <em>Diabetes Research and Clinical Practice</em> sugere que um maior consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está associado a um perfil lipídico mais aterogénico em adultos com diabetes tipo 1 (DT1), traduzido por níveis mais elevados de triglicéridos e valores mais baixos de colesterol HDL. Os resultados reforçam a importância da qualidade da alimentação na gestão do risco cardiovascular nesta população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou 253 adultos com DT1, com idade média de 38,9 anos e duração média da doença de 22,4 anos, todos utilizadores de monitorização contínua da glicose. Em média, os AUP representavam 15,5% da ingestão alimentar diária. Após ajustamento para potenciais fatores de confusão, cada aumento de 20 g de AUP por 1000 kcal associou-se a um incremento dos triglicéridos e a uma redução do colesterol HDL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As bebidas açucaradas ou adoçadas artificialmente relacionaram-se com níveis mais elevados de triglicéridos, enquanto as carnes processadas se associaram a valores inferiores de HDL. Entre os participantes tratados com múltiplas administrações diárias de insulina ou sistemas <em>open-loop</em>, os pratos prontos a consumir também se associaram a níveis mais elevados de HbA1c.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a natureza transversal do estudo não permitir estabelecer causalidade, os autores defendem que a redução do consumo de carnes processadas e bebidas açucaradas deve ser reforçada no aconselhamento nutricional dirigido às pessoas com DT1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.diabetesresearchclinicalpractice.com/article/S0168-8227(26)00293-7/abstract">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Glicose elevada associada a envelhecimento cerebral acelerado</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/glicose-elevada-associada-a-envelhecimento-cerebral-acelerado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 09:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Níveis mais elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral mais rápido, segundo um estudo que reforça a importância do controlo metabólico também na preservação da função cerebral. Os investigadores recorreram a inteligência artificial para desenvolver um modelo capaz de estimar a &#8220;idade cerebral&#8221; a partir de mais de mil características obtidas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Níveis mais elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral mais rápido, segundo um estudo que reforça a importância do controlo metabólico também na preservação da função cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores recorreram a inteligência artificial para desenvolver um modelo capaz de estimar a &#8220;idade cerebral&#8221; a partir de mais de mil características obtidas por ressonância magnética. A diferença entre a idade cerebral estimada e a idade cronológica – designada <em>brain age gap</em> – permitiu avaliar o grau de envelhecimento cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre nove metabolitos sanguíneos associados a este indicador, a glicose revelou a relação mais forte. Indivíduos com valores mais elevados apresentavam cérebros com aparência mais envelhecida nas imagens de ressonância magnética. A análise genética sustentou ainda uma possível relação causal entre níveis elevados de glicose e aceleração do envelhecimento cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da glicose associou-se igualmente à redução do volume de 80 regiões cerebrais e a um maior risco de demência, doença de Alzheimer, demência vascular, doença de Parkinson, acidente vascular cerebral, depressão e ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os autores sublinhem que o envelhecimento cerebral resulta de múltiplos fatores, incluindo hipertensão, sono, atividade física e tabagismo, os resultados reforçam a hipótese de que a manutenção da glicemia em níveis saudáveis poderá contribuir para proteger a saúde cerebral ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42337012/">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto da APDP desafia jovens com diabetes tipo 1 a gerir a doença em contexto extremo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/projeto-da-apdp-desafia-jovens-com-diabetes-tipo-1-a-gerir-a-doenca-em-contexto-extremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), através do Núcleo Jovem, promoveu a 9.ª edição do projeto “Diabetes com A(l)titude”, que reuniu 21 jovens com diabetes tipo 1 numa expedição entre Ronda e Málaga, em Espanha. A iniciativa pretende demonstrar que a prática de atividade física exigente é compatível com a doença, desde que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), através do Núcleo Jovem, promoveu a 9.ª edição do projeto “Diabetes com A(l)titude”, que reuniu 21 jovens com diabetes tipo 1 numa expedição entre Ronda e Málaga, em Espanha. A iniciativa pretende demonstrar que a prática de atividade física exigente é compatível com a doença, desde que exista preparação, conhecimento e uma gestão adequada da terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhados por profissionais de saúde da APDP e por guias da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, os participantes enfrentaram um conjunto de desafios físicos e psicológicos, incluindo percursos de vias ferratas e o Caminito del Rey, colocando à prova a capacidade de adaptação e de autocontrolo em contexto real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da APDP, José Manuel Boavida, entende que o projeto reforça a autonomia e a confiança dos jovens, demonstrando que a diabetes tipo 1 &#8220;não impõe limites, mas exige conhecimento e atitude&#8221;. Já a coordenadora do Núcleo Jovem da APDP, Alexandra Costa, destaca que estes contextos permitem desenvolver competências de autocuidado fundamentais para a gestão da doença em situações exigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 2017, o projeto tem como principal objetivo educar para o tratamento da diabetes durante o exercício físico, promovendo simultaneamente o apoio entre pares. Ao longo das várias edições, a iniciativa tem contribuído para melhorar a autoconfiança, a aceitação da doença e a qualidade de vida dos participantes.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ingestão de fruta ao jantar ligada a resposta glicémica mais favorável</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/ingestao-de-fruta-ao-jantar-ligada-a-resposta-glicemica-mais-favoravel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo liderado pela Universidade de Granada concluiu que o consumo de fruta ao jantar está associado a uma melhor resposta glicémica noturna em adultos com obesidade, contrariando a ideia amplamente difundida nas redes sociais de que a fruta deve ser evitada à noite devido ao seu teor de açúcar. Publicado na revista Clinical Nutrition, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo liderado pela Universidade de Granada concluiu que o consumo de fruta ao jantar está associado a uma melhor resposta glicémica noturna em adultos com obesidade, contrariando a ideia amplamente difundida nas redes sociais de que a fruta deve ser evitada à noite devido ao seu teor de açúcar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicado na revista Clinical Nutrition, o trabalho analisou a relação entre a composição das principais refeições e a resposta glicémica subsequente em condições de vida real. Para o efeito, os participantes utilizaram um sistema de monitorização contínua da glicose durante 14 dias, permitindo aos investigadores correlacionar cada refeição com os perfis glicémicos registados ao longo do dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que pequenos-almoços com maior consumo de fruta, produtos lácteos, café ou chá sem açúcar e fontes proteicas estiveram associados a menor variabilidade glicémica subsequente. Em sentido oposto, almoços ricos em hidratos de carbono relacionaram-se com maior variabilidade da glicose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao jantar, a ingestão de fruta associou-se a um perfil glicémico noturno mais favorável. Já o consumo de bebidas alcoólicas, carnes processadas e pão ou massa refinados apresentou associações inversas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Juan José Martín Olmedo, primeiro autor do estudo, os resultados reforçam o papel benéfico da fruta, incluindo nas refeições noturnas. O investigador sublinha que, além dos açúcares naturalmente presentes, as frutas fornecem fibras e compostos bioativos que tendem a favorecer a resposta glicémica. Numa população com elevado risco de diabetes tipo 2, evitar fruta por receio do seu teor de açúcar poderá, por isso, revelar-se contraproducente.</p>
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		<item>
		<title>Estudos ligam corantes e conservantes a diabetes e hipertensão</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/estudos-ligam-corantes-e-conservantes-a-diabetes-e-hipertensao-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 08:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três estudos franceses publicados em revistas científicas internacionais alertam para uma possível ligação entre o consumo de corantes e conservantes alimentares e um risco acrescido de cancro, diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardiovasculares. A investigação integrou o projeto NutriNet-Santé e envolveu equipas do Instituto Nacional de Saúde e Investigação Médica de França (Inserm), do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Três estudos franceses publicados em revistas científicas internacionais alertam para uma possível ligação entre o consumo de corantes e conservantes alimentares e um risco acrescido de cancro, diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardiovasculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação integrou o projeto NutriNet-Santé e envolveu equipas do Instituto Nacional de Saúde e Investigação Médica de França (Inserm), do INRAE, das universidades Sorbonne Paris Nord e Paris Cité e do Conservatório Nacional de Artes e Ofícios. Os trabalhos, publicados nas revistas <em>Diabetes Care</em>, <em>European Journal of Epidemiology</em> e <em>European Heart Journal</em>, analisaram dados de mais de 100 mil participantes. Segundo os investigadores, mais de 139 mil produtos alimentares e bebidas identificados na base de dados Open Food Facts contêm pelo menos um corante, enquanto mais de 700 mil incluem conservantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que indivíduos com maior consumo de corantes alimentares apresentaram um risco 38% superior de desenvolver diabetes tipo 2. Entre os compostos mais associados ao risco destacam-se o caramelo comum (E150a), ligado a um aumento de 46%, e a curcumina (E100), associada a um aumento de 49%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relativamente aos conservantes, os investigadores observaram um risco 24% mais elevado de hipertensão nos participantes mais expostos. O sorbato de potássio (E202) foi associado a um aumento de 39% do risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores defendem a reavaliação da segurança de alguns aditivos e recomendam privilegiar alimentos frescos ou minimamente processados.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Francisca Ribeiro conquista bolsa Fulbright para investigação em diabetes</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/francisca-ribeiro-conquista-bolsa-fulbright-para-investigacao-em-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 07:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A doutoranda Francisca Ribeiro, do Programa Doutoral em Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, a desenvolver investigação no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), foi distinguida com uma bolsa Fulbright 2026/2027, apoiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). A bolsa permitirá à investigadora realizar nove meses de investigação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A doutoranda <strong>Francisca Ribeiro</strong>, do Programa Doutoral em Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto, a desenvolver investigação no Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S), foi distinguida com uma bolsa Fulbright 2026/2027, apoiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). A bolsa permitirá à investigadora realizar nove meses de investigação no Children&#8217;s Hospital Los Angeles, nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de doutoramento centra-se na identificação de variantes raras em regiões reguladoras do genoma associadas à retinopatia diabética, uma das principais complicações microvasculares da diabetes, procurando esclarecer o papel dos cones da retina no desenvolvimento desta patologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a estadia, Francisca Ribeiro integrará o laboratório liderado por David Cobrinik, onde recorrerá a organoides de retina com sistemas repórter para estudar o desenvolvimento e a diferenciação dos cones da retina, reforçando uma das vertentes centrais do seu trabalho científico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigadora destaca que esta oportunidade permitirá adquirir competências em técnicas avançadas de investigação, expandir a rede de colaboração internacional e fortalecer o seu percurso académico.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/francisca-ribeiro-conquista-bolsa-fulbright-para-investigacao-em-diabetes/">Francisca Ribeiro conquista bolsa Fulbright para investigação em diabetes</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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		<title>Estevão Pape distinguido com Medalha de Prata de Mérito e Dedicação</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/estevao-pape-distinguido-com-medalha-de-prata-de-merito-e-dedicacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 07:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Almada atribuiu, por unanimidade, a Medalha de Prata de Mérito e Dedicação a&#160;Estevão Pape, reconhecendo o seu percurso profissional de excelência. A distinção honorífica, formalizada através de uma carta assinada pela presidente da autarquia, Inês de Medeiros, destaca o trabalho meritório desenvolvido pelo especialista no Hospital Garcia de Horta e o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara Municipal de Almada atribuiu, por unanimidade, a Medalha de Prata de Mérito e Dedicação a&nbsp;<strong>Estevão Pape</strong>, reconhecendo o seu percurso profissional de excelência. A distinção honorífica, formalizada através de uma carta assinada pela presidente da autarquia, Inês de Medeiros, destaca o trabalho meritório desenvolvido pelo especialista no Hospital Garcia de Horta e o seu papel enquanto coordenador do Núcleo de Estudos da Diabetes Mellitus da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deliberação para a entrega do galardão foi tomada pela Câmara Municipal de Almada em reunião extraordinária realizada em maio. Ficou expressada a “grande honra e satisfação” em condecorar o médico internista, cujo legado profissional se cruza de forma profunda com a comunidade e os cuidados de saúde na região de Almada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estevão Pape tem-se destacado ao longo da sua carreira não só na assistência hospitalar direta, mas também na liderança da investigação e dinamização do conhecimento na área da diabetes a nível nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após 33 anos de dedicação ao Hospital Garcia de Orta, cessou funções em 2024. Atualmente, exerce o cargo de Provedor do Profissional da Unidade Local de Saúde Almada-Seixal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para assinalar publicamente a atribuição do prémio, ocorreu uma sessão solene, no Museu de Almada – Casa da Cidade, no final do mês de junho.</p>
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		<title>Centros de saúde obrigados a realizar rastreios de retinopatia diabética até fim do ano</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/centros-de-saude-obrigados-a-realizar-rastreios-de-retinopatia-diabetica-ate-fim-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 09:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até ao final de 2026, todas as Unidades Locais de Saúde (ULS) deverão estar equipadas para realizar os rastreios do cancro do colo do útero, do cancro do cólon e reto e da retinopatia diabética nos cuidados de saúde primários, de acordo com um despacho recentemente publicado pelo Ministério da Saúde. A medida integra o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Até ao final de 2026, todas as Unidades Locais de Saúde (ULS) deverão estar equipadas para realizar os rastreios do cancro do colo do útero, do cancro do cólon e reto e da retinopatia diabética nos cuidados de saúde primários, de acordo com um despacho recentemente publicado pelo Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida integra o investimento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) destinado ao reforço dos cuidados de saúde primários e pretende assegurar a implementação destes programas de rastreio nas 39 ULS do Serviço Nacional de Saúde (SNS). O objetivo é aumentar a capacidade de resposta e aproximar os rastreios da população elegível, promovendo o diagnóstico precoce e a deteção atempada de patologias com elevado impacto na morbilidade e mortalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O despacho atribui à Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) a responsabilidade pela aquisição dos equipamentos, materiais e serviços necessários, enquanto a Direção Executiva do SNS ficará encarregue da operacionalização dos programas, da monitorização da sua execução e da articulação com as ULS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, estes rastreios podem ser realizados em centros de saúde ou em entidades convencionadas quando não existe capacidade instalada. Com a implementação da medida, todas as unidades de cuidados de saúde primários deverão dispor dos meios necessários para assegurar a sua realização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, o Ministério da Saúde determinou o lançamento de projetos-piloto nas ULS do Algarve e do Estuário do Tejo para diagnóstico, tratamento e seguimento da síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS) nos cuidados de saúde primários, sob supervisão hospitalar remota. A iniciativa pretende melhorar a acessibilidade e reduzir os tempos de espera numa patologia que afeta mais de 15% da população adulta.</p>
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