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	<title>My Diabetes</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
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	<title>My Diabetes</title>
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		<title>Congresso Português de Diabetes 2027 acontece em janeiro</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/eventos/congresso-portugues-de-diabetes-2027-acontece-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 09:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 23.º Congresso Português de Diabetes já tem data marcada: vai ocorrer de 7 a 9 de janeiro de 2027, no Epic Sana Algarve Hotel, em Albufeira. Organizado pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia, conta com César Esteves como presidente da comissão organizadora. Saiba mais aqui.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O 23.º Congresso Português de Diabetes já tem data marcada: vai ocorrer de 7 a 9 de janeiro de 2027, no Epic Sana Algarve Hotel, em Albufeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizado pela Sociedade Portuguesa de Diabetologia, conta com César Esteves como presidente da comissão organizadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.congressodiabetes.com/_homex.aspx">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/eventos/congresso-portugues-de-diabetes-2027-acontece-em-janeiro/">Congresso Português de Diabetes 2027 acontece em janeiro</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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		<item>
		<title>Semaglutido associado a menor risco de amputação em doentes com diabetes tipo 2 e DAP</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/semaglutido-associado-a-menor-risco-de-amputacao-em-doentes-com-diabetes-tipo-2-e-dap/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 08:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O semaglutido e outros agonistas do recetor GLP-1 estiveram associados a uma redução da mortalidade, das amputações e da necessidade de revascularização em pessoas com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica (DAP), segundo um estudo publicado no Journal of the American Heart Association. A investigação analisou registos eletrónicos de saúde de 4.266 adultos, comparando [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O semaglutido e outros agonistas do recetor GLP-1 estiveram associados a uma redução da mortalidade, das amputações e da necessidade de revascularização em pessoas com diabetes tipo 2 e doença arterial periférica (DAP), segundo um estudo publicado no Journal of the American Heart Association.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou registos eletrónicos de saúde de 4.266 adultos, comparando 2.133 doentes tratados com agonistas GLP-1 com igual número de doentes medicados apenas com metformina. Ao longo de cinco anos, a terapêutica com GLP-1 associou-se a menos 26% de risco de morte, menos 13% de hospitalizações, até menos 48% de amputações e menos 36% de procedimentos para restaurar o fluxo sanguíneo nos membros inferiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os benefícios foram mais marcados nos doentes com isquemia crónica ameaçadora do membro, a forma mais grave de DAP, e nas pessoas com obesidade. Não se observaram diferenças significativas na incidência de enfarte do miocárdio, AVC ou complicações renais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por se tratar de um estudo observacional baseado na base de dados TriNetX, os autores sublinham que os resultados demonstram uma associação, mas não estabelecem uma relação de causalidade, defendendo ensaios clínicos aleatorizados para confirmar o efeito vascular dos agonistas GLP-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.medicalnewstoday.com/articles/semaglutide-may-lower-risk-serious-complications-diabetes-peripheral-artery-disease#GLP-1-medications-linked-to-better-outcomes">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Save the Date: Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/save-the-date-curso-pos-graduado-de-endocrinologia-diabetes-e-metabolismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 07:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atualização científica em Endocrinologia, diabetes e metabolismo volta a reunir especialistas e médicos em formação na 31.ª edição do Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, promovido pelo Hospital de São João. A iniciativa decorre de 13 a 15 de outubro, na Ordem dos Médicos, no Porto, e dirige-se sobretudo a internos de Formação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A atualização científica em Endocrinologia, diabetes e metabolismo volta a reunir especialistas e médicos em formação na 31.ª edição do Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, promovido pelo Hospital de São João. A iniciativa decorre de 13 a 15 de outubro, na Ordem dos Médicos, no Porto, e dirige-se sobretudo a internos de Formação Geral, Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Endocrinologia. Assista às declarações de <strong>Joana Queirós</strong>, presidente do curso.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Joana Queirós" src="https://player.vimeo.com/video/1216131415?h=bb9c24c4dc&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">O programa reúne temas centrais da prática clínica e combina sessões teóricas com formação prática. Entre os assuntos em destaque estão a evolução da abordagem à diabetes tipo 1, as doenças da tiroide, a Endocrinologia da mulher e a menopausa, a Endocrinologia reprodutiva, as doenças da hipófise, o pé diabético, a osteoporose, o hipoparatiroidismo e a vitamina D.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, o último dia será dedicado ao Advanced Course of Endocrinology.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://mydiabetes.pt/eventos/curso-pos-graduado-de-endocrinologia-e-advanced-course-regressam-em-outubro/">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/save-the-date-curso-pos-graduado-de-endocrinologia-diabetes-e-metabolismo/">Save the Date: Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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		<item>
		<title>Porto recebe a elite mundial da investigação em incretinas: “Um reconhecimento da contribuição nacional”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/porto-recebe-a-elite-mundial-da-investigacao-em-incretinas-um-reconhecimento-da-contribuicao-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:32:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 3 a 5 de setembro de 2026, o Instituto de Ciências Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto será o palco principal do European Incretin Study Group Meeting. A News Farma falou com Mariana P. Monteiro, Chair do Steering Committee do European Incretin Study Group, que levanta o véu sobre as grandes expectativas para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De 3 a 5 de setembro de 2026, o Instituto de Ciências Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto será o palco principal do <em>European Incretin Study Group Meeting</em>. A News Farma falou com <strong>Mariana P. Monteiro</strong>, <em>Chair do Steering Committee</em> do <em>European Incretin Study Group</em>, que levanta o véu sobre as grandes expectativas para esta edição e os mais recentes avanços nas terapêuticas que revolucionaram o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | Em 2026, o <em>European Incretin Study Group</em> da Sociedade Europeia para o Estudo da Diabetes (EASD) irá reunir no Porto. O que representa para a comunidade nacional acolher esta reunião e quais são as expectativas para esta edição?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mariana P. Monteiro (MPM) |</strong> O <em>European Incretin Study Group Meeting</em> 2026 decorrerá de 3 a 5 de setembro, no Instituto de Ciências Abel Salazar da Universidade do Porto.&nbsp; Esta será a sexta edição de uma reunião de peritos internacionais com interesse no tema, depois de cinco encontros muito bem-sucedidos realizados em 2015, em Copenhaga; 2017, em Pisa; 2019, em Bochum; 2022, em Lausanne; e 2024, em Cambridge.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo destas edições, as reuniões do <em>European Incretin Study Group</em> têm sido organizadas em contexto académico pelos respetivos <em>Chairs do Steering Committee</em> do Grupo, cargo que assumi no presente biénio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Receber este grupo de cerca de&nbsp;150 médicos e académicos&nbsp;com interesse na fisiologia e fisiopatologia das incretinas e nas suas aplicações clínicas, na Universidade do Porto, constitui, para Portugal, um reconhecimento da contribuição nacional para esta área. É também uma oportunidade para dar maior visibilidade à investigação que se desenvolve em Portugal e para reforçar a integração dos nossos investigadores nas redes científicas internacionais. As expectativas para esta edição são, por isso, muito elevadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | As terapêuticas baseadas em incretinas transformaram profundamente o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade. Em que ponto se encontra atualmente esta área e quais considera serem os avanços mais promissores que serão discutidos durante a reunião?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MPM |</strong> Estamos numa fase de crescimento exponencial da investigação nesta área. Como referiu, a descoberta das incretinas foi revolucionária e modificou profundamente a prática clínica e o tratamento da diabetes tipo 2 da obesidade. Será este o tema da sessão plenária de abertura, proferida pelo Professor Michael Nauck, responsável pela descoberta do efeito incretina, que será moderada pelo Professor Jens J Holst, responsável pela descoberta da primeira incretina com aplicação clínica, o GLP-1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, neste momento, a investigação tem mostrado que existem outras áreas terapêuticas nas quais a sua aplicação é igualmente promissora, o que está bem refletido no programa científico desta reunião. Um dos temas particularmente relevantes é a sessão sobre GLP-1 e comunicação intestino-cérebro. Compreender como os sinais provenientes do intestino são integrados pelo sistema nervoso central ajuda-nos a perceber melhor fenómenos como a regulação da ingestão alimentar e do metabolismo. É este percurso, da biologia fundamental para a compreensão da doença e, posteriormente, para o desenvolvimento de novas terapêuticas, que torna a investigação nesta área tão relevante. Quanto melhor compreendermos os mecanismos, maior será a nossa capacidade de desenvolver tratamentos mais eficazes e de explorar novas ferramentas terapêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Para além da sessão plenária de abertura, a reunião integra sessões de comunicações orais e apresentação de posters. Que oportunidades oferece este encontro para o desenvolvimento de novas colaborações e para a afirmação dos jovens investigadores?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MPM |</strong> O formato científico do <em>European Incretin Study Group</em> tem precisamente como objetivo estimular a apresentação e discussão dos trabalhos mais recentes nesta área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As sessões científicas são exclusivamente organizadas com base nos resumos submetidos, selecionados pelo <em>steering committee</em> para apresentação oral ou em formato de poster. Esta abordagem tem tido bastante sucesso na promoção da participação de cientistas e clínicos, tanto académicos como da indústria farmacêutica, permitindo a apresentação e discussão dos avanços científicos mais recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os jovens investigadores, esta é uma oportunidade particularmente relevante. Apresentar o seu trabalho perante uma comunidade de peritos internacionais permite dar visibilidade ao seu trabalho, estabelecer contactos que podem vir a resultar em novas colaborações e ainda a possibilidade de receber um dos três prémios de <em>Outstanding Early Career Researcher</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Enquanto investigadora, endocrinologista e atual <em>Chair da Steering Committee do European Incretin Study Group</em>, que mensagem gostaria de deixar aos investigadores e clínicos do grupo que irão participar nesta reunião no Porto?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MPM |</strong> Teremos um&nbsp;programa científico muito estimulante.&nbsp;Será igualmente um privilégio receber-vos no&nbsp;ICBAS – Universidade do Porto, uma instituição académica nacional de referência, que alia uma forte tradição no ensino e na investigação a um ambiente particularmente favorável à discussão e à colaboração científica.&nbsp;Espero que, para além da ciência, consigam também&nbsp;descobrir o Porto, uma cidade histórica, com uma identidade muito própria e uma enorme riqueza cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Venham ao Porto, partilhem a vossa ciência, estabeleçam novas colaborações e, acima de tudo, que levem boas memórias!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Hipotiroidismo e algumas tiroidites podem permanecer sem diagnóstico durante bastante tempo”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/hipotiroidismo-e-algumas-tiroidites-podem-permanecer-sem-diagnostico-durante-bastante-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os sintomas pouco específicos, a baixa literacia em saúde e a ausência de rastreio populacional continuam a atrasar o diagnóstico das doenças da tiroide em Portugal. Em entrevista, a presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, Paula Freitas, explica por que motivo o reconhecimento precoce permanece um desafio e enquadra os rastreios gratuitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas pouco específicos, a baixa literacia em saúde e a ausência de rastreio populacional continuam a atrasar o diagnóstico das doenças da tiroide em Portugal. Em entrevista, a presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo, <strong>Paula Freitas</strong>, explica por que motivo o reconhecimento precoce permanece um desafio e enquadra os rastreios gratuitos promovidos pela SPEDM e pela ADTI, entre 2 e 4 de setembro, no Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>News Farma (NF) | A SPEDM e a ADTI promovem, de 2 a 4 de setembro, rastreios gratuitos à tiroide, na estação de Metro da Trindade, no Porto. Qual o objetivo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Paula Freitas (PF) |</strong> O objetivo é sensibilizar a população para as doenças da tiroide, facilitar a deteção precoce de alterações — como o hipotiroidismo — e incentivar quem tenha sintomas persistentes a procurar avaliação médica adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Estação da Trindade, a iniciativa permite uma primeira avaliação gratuita e informação direta ao público. Não substitui uma consulta nem estabelece, por si só, um diagnóstico definitivo; se houver indícios de alteração, a pessoa deverá ser orientada para o médico de família ou para Endocrinologia, onde poderá realizar análises e outros exames necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta ação procura também aumentar a literacia sobre doenças da tiroide, que podem passar despercebidas durante bastante tempo por os seus sinais serem confundidos com stress, envelhecimento ou rotina intensa. Decorre nos dias 2, 3 e 4 de setembro e antecede o encontro anual da European Thyroid Association, realizado no Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Muitos sintomas das doenças da tiróide confundem-se com outras patologias ou até com a menopausa. Que sinais devem levar à suspeita clínica e evitar atrasos no diagnóstico?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF |</strong> A suspeita clínica aumenta quando os sintomas formam um&nbsp;padrão coerente, persistente e progressivo, sobretudo se envolvem simultaneamente energia, peso, temperatura corporal, trânsito intestinal, alterações do ritmo cardíaco, alterações da pele ou cabelo ou do ciclo menstrual. Como muitos sinais confundem-se com menopausa, stress ou depressão e a presença de achados mais específicos deve motivar a recorrência ao medico assistente e/ou ao endocrinologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deve pensar-se em&nbsp;hipotiroidismo&nbsp;perante fadiga persistente associada a intolerância ao frio, obstipação, pele seca e espessada, aumento de peso sem alteração proporcional da alimentação, voz rouca, lentificação mental ou bradicardia. Outros sinais clínicos incluem por exemplo, edema facial ou palpebral, queda de cabelo, unhas frágeis, dores ou fraqueza muscular, menstruações mais abundantes ou irregulares, infertilidade, síndrome do túnel cárpico e hipercolesterolemia inexplicada — especialmente em pessoas jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo contrário, no&nbsp;hipertiroidismo, a combinação de palpitações ou pulso rápido ou irregular, tremor fino das mãos, nervosismo, insónia, intolerância ao calor e sudorese intensa é particularmente sugestiva. A suspeita é ainda maior quando há perda de peso involuntária apesar de apetite normal ou aumentado, evacuações mais frequentes/diarreia, fraqueza muscular proximal e bócio. Olhos mais salientes, dor ocular ou visão dupla são sinais compatíveis com oftalmopatia de Graves e justificam avaliação muito célere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ondas de calor, sudorese, perturbações do sono, alterações de humor, libido reduzida, queda de cabelo e irregularidade menstrual podem ocorrer tanto na peri-menopausa ou menopausa como nas disfunções tiroideias. Mas existem alterações que favorecem doença tiroideia em vez de atribuir tudo à menopausa, como por exemplo, alteração marcada de peso não explicada, obstipação persistente ou diarreia frequente; palpitações persistentes, fibrilhação auricular, tremor, bradicardia ou edema; bócio, nódulo no pescoço, voz rouca nova ou desconforto cervical; exoftalmia, olhos irritados ou proeminentes ou alterações visuais e ainda história pessoal ou familiar de doença autoimune, ou sintomas que não melhoram com a abordagem habitual da menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pessoa deve procurar avaliação médica mais rapidamente perante palpitações intensas ou ritmo cardíaco irregular, falta de ar, dor no peito, perda de peso rápida, confusão ou agitação marcada, ou alterações oculares recentes. Estes sinais não devem ser explicados automaticamente por ansiedade ou menopausa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>NF | Quais são hoje os principais obstáculos ao diagnóstico precoce das doenças da tiroide em Portugal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PF |</strong> Os principais entraves ou obstáculos em Portugal ao atraso no reconhecimento, ou seja, no diagnóstico precoce da doença tiroideia, resultam sobretudo da combinação entre sintomas pouco específicos, baixa literacia em saúde e uma suspeita clínica insuficiente em contextos comuns de cuidados de saúde. Muitas vezes, os sintomas são confundidos com outras situações, tal como já abordamos. Podemos ainda acrescentar a ausência de rastreio populacional para a maioria das patologias tiroideias e a dificuldades de acesso atempado a avaliação especializada. O resultado é que alterações frequentes, sobretudo o hipotiroidismo e algumas tiroidites, podem permanecer sem diagnóstico durante bastante tempo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ação de rastreio da tiroide pretende reduzir o subdiagnóstico em Portugal</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/acao-de-rastreio-da-tiroide-pretende-reduzir-o-subdiagnostico-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 09:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 2 e 4 de setembro, a estação de Metro da Trindade, no Porto, recebe uma ação gratuita de sensibilização e rastreio da tiroide, promovida pela Associação das Doenças da Tiroide (ADTI) e pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM). A iniciativa pretende reforçar o reconhecimento precoce de alterações da função tiroideia e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entre 2 e 4 de setembro, a estação de Metro da Trindade, no Porto, recebe uma ação gratuita de sensibilização e rastreio da tiroide, promovida pela Associação das Doenças da Tiroide (ADTI) e pela Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa pretende reforçar o reconhecimento precoce de alterações da função tiroideia e facilitar o acesso a uma primeira avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estima-se que cerca de 1 milhão de pessoas viva com doenças da tiroide em Portugal, das quais 600 mil permanecem sem diagnóstico. Na Europa, uma revisão sistemática que reuniu 20 estudos epidemiológicos apontou para uma prevalência de 4,7% de hipotiroidismo não diagnosticado, sobretudo na sua forma subclínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rastreio, que conta com o apoio da Merck, pretende alertar para sintomas persistentes, como cansaço, alterações de peso, dificuldade de concentração ou intolerância ao frio, que podem justificar avaliação médica. Embora estes sinais tenham múltiplas causas, a identificação precoce pode contribuir para um diagnóstico e acompanhamento atempados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/acao-de-rastreio-da-tiroide-pretende-reduzir-o-subdiagnostico-em-portugal/">Ação de rastreio da tiroide pretende reduzir o subdiagnóstico em Portugal</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ensaio mostra vantagem das refeições prescritas no controlo glicémico</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/ensaio-mostra-vantagem-das-refeicoes-prescritas-no-controlo-glicemico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 08:41:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As refeições adaptadas às necessidades clínicas reduziram mais a HbA1c do que um subsídio alimentar mensal em adultos com diabetes tipo 2 e insegurança alimentar, segundo um ensaio aleatorizado apresentado nas Sessões Científicas da American Diabetes Association 2026. O estudo incluiu 194 participantes (HbA1c média de 8,44%), distribuídos entre um programa de 10 refeições semanais, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ensaio-mostra-vantagem-das-refeicoes-prescritas-no-controlo-glicemico/">Ensaio mostra vantagem das refeições prescritas no controlo glicémico</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As refeições adaptadas às necessidades clínicas reduziram mais a HbA1c do que um subsídio alimentar mensal em adultos com diabetes tipo 2 e insegurança alimentar, segundo um ensaio aleatorizado apresentado nas Sessões Científicas da American Diabetes Association 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo incluiu 194 participantes (HbA1c média de 8,44%), distribuídos entre um programa de 10 refeições semanais, leite, aconselhamento telefónico por nutricionista e um subsídio de 40 dólares mensais para compra de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fim de seis meses, a HbA1c foi inferior no grupo das refeições (7,74% vs. 8,17%; p=0,037). Também se verificou redução da pressão arterial sistólica, enquanto o peso e a pressão diastólica não diferiram entre grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os participantes relataram ainda menor insegurança alimentar, melhor qualidade da dieta e maior autoeficácia. Contudo, aos 12 meses, as diferenças desapareceram, sugerindo que os benefícios não se mantêm após o fim da intervenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.healio.com/news/endocrinology/20260702/medically-tailored-meals-lower-hba1c-more-than-food-subsidies-in-type-2-diabetes">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ensaio-mostra-vantagem-das-refeicoes-prescritas-no-controlo-glicemico/">Ensaio mostra vantagem das refeições prescritas no controlo glicémico</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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		<title>Porto acolhe Encontro Anual da European Thyroid Association</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/eventos/porto-acolhe-encontro-anual-da-european-thyroid-association/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 07:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245491</guid>

					<description><![CDATA[<p>A cidade do Porto recebe, entre 5 e 8 de setembro, o 47.º Encontro Anual da European Thyroid Association, congresso internacional que reúne especialistas de vários países para discutir a investigação, o diagnóstico e o tratamento das doenças da tiroide. Saiba mais aqui.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cidade do Porto recebe, entre 5 e 8 de setembro, o 47.º Encontro Anual da European Thyroid Association, congresso internacional que reúne especialistas de vários países para discutir a investigação, o diagnóstico e o tratamento das doenças da tiroide.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.eta2026.com/">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/eventos/porto-acolhe-encontro-anual-da-european-thyroid-association/">Porto acolhe Encontro Anual da European Thyroid Association</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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		<item>
		<title>Controlo da diabetes tipo 2 na meia-idade pode adiar demência em mais de uma década</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/controlo-da-diabetes-tipo-2-na-meia-idade-pode-adiar-demencia-em-mais-de-uma-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 11:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O controlo da diabetes tipo 2, da hipertensão arterial e do tabagismo na meia-idade pode atrasar o aparecimento da demência em pelo menos 13 anos. A conclusão resulta de um estudo publicado na revista científica Neurology, que reforça o impacto dos fatores de risco cardiometabólicos na saúde cerebral. A investigação, conduzida por cientistas do NYU [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O controlo da diabetes tipo 2, da hipertensão arterial e do tabagismo na meia-idade pode atrasar o aparecimento da demência em pelo menos 13 anos. A conclusão resulta de um estudo publicado na revista científica <em>Neurology</em>, que reforça o impacto dos fatores de risco cardiometabólicos na saúde cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação, conduzida por cientistas do NYU Langone Health, analisou dados de 12.409 participantes do estudo <em>Atherosclerosis Risk in Communities</em> (ARIC), com idade média de 56 anos e sem demência no início do acompanhamento. Os participantes foram seguidos durante uma mediana de 26 anos, período durante o qual 3.008 desenvolveram demência e 5.238 morreram sem diagnóstico da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostram que os indivíduos sem hipertensão, diabetes tipo 2 e hábitos tabágicos viveram, em média, mais 30,1 anos sem demência. Nos participantes com um fator de risco, esse período foi de 26,3 anos; com dois fatores, 21 anos; e com os três fatores, pouco mais de 17 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores concluem que estes fatores surgem frequentemente entre os 45 e os 65 anos e exercem efeitos duradouros na neurodegeneração. Os dados reforçam a importância do diagnóstico precoce e do controlo da diabetes tipo 2 e da hipertensão, bem como da cessação tabágica, como estratégias para preservar a função cognitiva ao longo do envelhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.neurology.org/doi/10.1212/WN9.0000000000000152">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Treino de força reduz risco de diabetes tipo 2</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/treino-de-forca-reduz-risco-de-diabetes-tipo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 08:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mydiabetes.pt/?p=245475</guid>

					<description><![CDATA[<p>O treino de força realizado de forma consistente ao longo da meia-idade está associado a uma redução significativa do risco de desenvolver diabetes tipo 2, sobretudo quando integrado num estilo de vida que inclui atividade física aeróbia e menor tempo sedentário. A conclusão resulta de um estudo prospetivo publicado no JAMA Network Open, que acompanhou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O treino de força realizado de forma consistente ao longo da meia-idade está associado a uma redução significativa do risco de desenvolver diabetes tipo 2, sobretudo quando integrado num estilo de vida que inclui atividade física aeróbia e menor tempo sedentário. A conclusão resulta de um estudo prospetivo publicado no <em>JAMA Network Open</em>, que acompanhou 143.715 profissionais de saúde norte-americanos durante uma média de 19,2 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face à ausência de treino de força, a prática de duas ou mais horas semanais associou-se a uma redução de 27% do risco de diabetes tipo 2 (HR 0,73). Entre os participantes que mantiveram níveis elevados de treino de força entre os 40 e os 60 anos, a redução do risco atingiu 42% (HR 0,58). Já aqueles que aumentaram gradualmente esta prática ao longo da meia-idade também registaram benefício, com uma redução de 21% do risco (HR 0,79).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A menor incidência de diabetes foi observada nos participantes que combinaram treino de força durante pelo menos uma hora por semana, atividade física aeróbia de acordo com as recomendações e menos de duas horas diárias de televisão, apresentando um risco 62% inferior ao dos participantes que não cumpriam nenhuma destas recomendações (HR 0,38).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores defendem que estes resultados reforçam a inclusão do treino de força nas recomendações para prevenção da diabetes tipo 2, salientando que a consistência da prática ao longo do tempo parece ser determinante para maximizar o benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2850563">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/treino-de-forca-reduz-risco-de-diabetes-tipo-2/">Treino de força reduz risco de diabetes tipo 2</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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