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	<title>My Diabetes</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica endocrinologista e outros profissionais de saúde envolvidos no tratamento das doenças metabólicas</description>
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	<title>My Diabetes</title>
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		<title>APDP: um século a colocar a pessoa com diabetes como parceira ativa</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/apdp-um-seculo-a-colocar-a-pessoa-com-diabetes-como-parceira-ativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 09:34:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito das comemorações dos 100 anos da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), João Nabais destacou o papel histórico da instituição na defesa e acompanhamento das pessoas com diabetes, sublinhando a evolução da associação ao longo de um século marcado por desafios e conquistas. Pessoa com diabetes há 45 anos e com diferentes [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No âmbito das comemorações dos 100 anos da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP), <strong>João Nabais</strong> destacou o papel histórico da instituição na defesa e acompanhamento das pessoas com diabetes, sublinhando a evolução da associação ao longo de um século marcado por desafios e conquistas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="JOÃO NABAIS" src="https://player.vimeo.com/video/1192603804?h=53d3f88e6f&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Pessoa com diabetes há 45 anos e com diferentes ligações à associação ao longo do tempo, João Nabais afirmou ter acompanhado de perto a transformação da APDP, salientando que a instituição “sempre teve esta preocupação com a pessoa com diabetes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este percurso de 100 anos foi um percurso com muitas dificuldades, mas também com muitos sucessos”, notou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua opinião, um dos traços distintivos da associação tem sido a valorização do doente enquanto participante ativo no tratamento e não apenas como destinatário de cuidados. “A pessoa com diabetes não deve estar no centro, deve estar englobada nas políticas e ser um parceiro ativo naquilo que é o seu próprio tratamento”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Nabais considera que essa visão tem acompanhado a atuação da APDP ao longo dos últimos 100 anos e acredita que continuará a marcar o futuro da instituição.</p>
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		<title>Curso Pós-Graduado de Endocrinologia e Advanced Course regressam em outubro</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/eventos/curso-pos-graduado-de-endocrinologia-e-advanced-course-regressam-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:54:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 13 e 15 de outubro, a Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos recebe a 31.ª edição do Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e o 14th Advanced Course of Endocrinology. Com organização anual e apoio científico do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da ULS São João, as duas iniciativas integram um [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre 13 e 15 de outubro, a Secção Regional Norte da Ordem dos Médicos recebe a 31.ª edição do Curso Pós-Graduado de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo e o 14th Advanced Course of Endocrinology. Com organização anual e apoio científico do Serviço de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da ULS São João, as duas iniciativas integram um programa de formação contínua dirigido a profissionais envolvidos no diagnóstico e tratamento das doenças endócrinas e metabólicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 31.º Curso Pós-Graduado decorre nos dias 13 e 14 de outubro e destina-se a especialistas e internos de Endocrinologia, Medicina Geral e Familiar e Medicina Interna, bem como a farmacêuticos, nutricionistas e enfermeiros. O programa reúne palestrantes, moderadores e formadores da ULS São João e de outros serviços nacionais, abordando temas atuais em Endocrinologia, diabetes e metabolismo, num modelo que privilegia a discussão de casos e a interação com os participantes, com enfoque na aplicação à prática clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 15 de outubro realiza-se o 14th Advanced Course of Endocrinology, dirigido a especialistas e internos de Endocrinologia. O curso conta com a participação de palestrantes nacionais e internacionais, centrando-se na atualização científica em áreas de interesse para a prática clínica especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inscrições e o programa estão disponíveis no <a href="https://cursos_endocrinologia_hsj2026.admeus.org/">site oficial</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estudo reforça ligação entre hipercortisolismo e diabetes tipo 2 de difícil controlo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/estudo-reforca-ligacao-entre-hipercortisolismo-e-diabetes-tipo-2-de-dificil-controlo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 08:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de um em cada quatro doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo apresenta hipercortisolismo, segundo os resultados intercalares da primeira fase do estudo CAPTAIN-T2D. Os dados confirmam os resultados anteriormente obtidos no estudo CATALYST e reforçam a hipótese de que alterações do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal poderão desempenhar um papel relevante na persistência do mau [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cerca de um em cada quatro doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo apresenta hipercortisolismo, segundo os resultados intercalares da primeira fase do estudo CAPTAIN-T2D. Os dados confirmam os resultados anteriormente obtidos no estudo CATALYST e reforçam a hipótese de que alterações do eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal poderão desempenhar um papel relevante na persistência do mau controlo glicémico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise incluiu 397 adultos com HbA1c igual ou superior a 7,5%, apesar do tratamento com, pelo menos, dois antidiabéticos, e com pelo menos um fator de risco adicional para cortisol elevado. Após um teste de supressão com 1 mg de dexametasona, 25,4% apresentavam níveis matinais de cortisol superiores a 1,8 µg/dL, valor compatível com hipercortisolismo. Além disso, 29% registaram valores entre 1,2 e 1,8 µg/dL, intervalo que, no estudo CATALYST, foi associado a uma maior prevalência de doença cardiovascular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a cardiologista Elena A. Christofides, a consistência entre os dois estudos sugere que a avaliação do hipercortisolismo poderá tornar-se uma componente importante na abordagem dos doentes com diabetes tipo 2 de difícil controlo. A segunda fase do CAPTAIN-T2D irá investigar se o clofutriben, um modulador da produção de cortisol, melhora o controlo metabólico destes doentes.</p>
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		<item>
		<title>APDP alerta para as implicações das novas regras no acesso à comparticipação de medicamentos</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/apdp-alerta-para-as-implicacoes-das-novas-regras-no-acesso-a-comparticipacao-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 11:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) manifesta-se face às novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que estão a retirar, de forma automática e sem aviso prévio, o direito à comparticipação de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A comparticipação de medicamentos não é um benefício, é um direito essencial para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) manifesta-se face às novas regras do Registo Nacional de Utentes (RNU), que estão a retirar, de forma automática e sem aviso prévio, o direito à comparticipação de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS). “A comparticipação de medicamentos não é um benefício, é um direito essencial para quem vive, todos os dias, dependente de tratamento contínuo”, defende <strong>José Manuel Boavida</strong>, presidente da APDP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde abril, as alterações introduzidas no RNU passaram a exigir a atualização regular de dados nos centros de saúde, sob pena de os utentes perderem a inscrição ativa e, consequentemente, o direito à comparticipação de medicamentos. Segundo a informação recentemente divulgada, o próprio sistema informático do RNU está a bloquear a prescrição médica e a excluir automaticamente do regime de comparticipação diversos utentes, nomeadamente aqueles que recorrem também ao setor social de saúde ou que se encontram institucionalizados em unidades de cuidados continuados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos aceitar que estas regras se traduzam em risco real para a saúde e para a vida das pessoas com diabetes. Apelamos ao Ministério da Saúde para que aja com urgência e garanta que ninguém fica sem acesso à medicação de que necessita para sobreviver”, afirma José Manuel Boavida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A APDP alerta que esta situação tem um impacto particularmente grave e desproporcionado nas pessoas que vivem com diabetes, uma doença crónica que exige o acesso diário, contínuo e sem interrupções a medicação e dispositivos médicos essenciais, como insulina, antidiabéticos orais e dispositivos de monitorização da glicemia. A interrupção súbita da comparticipação coloca em risco não só a estabilidade financeira das famílias, mas, acima de tudo, a própria saúde e segurança destas pessoas, podendo agravar complicações, comprometer o controlo metabólico da doença e provocar internamentos evitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação recorda que muitas pessoas com diabetes já enfrentam um esforço financeiro considerável para gerir a sua condição e que qualquer entrave que resulte na perda, mesmo que temporária, do apoio do Estado, é inaceitável e potencialmente perigosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face ao exposto, a APDP apela às autoridades de saúde para que resolvam com a máxima urgência os problemas identificados no sistema do RNU, garantindo que nenhum doente crónico, e em particular nenhuma pessoa com diabetes, fique sem acesso à medicação de que depende para viver, obrigando até a que se implemente um sistema de aviso pessoal sempre que existam dúvidas sobre o direito de acesso ao SNS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Associação exige ainda que sejam criados mecanismos simplificados e acessíveis de atualização de dados, que não penalizem os utentes mais vulneráveis, incluindo aqueles com mobilidade reduzida ou que se encontram institucionalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A APDP reafirma a sua total disponibilidade para colaborar com as entidades competentes na procura de soluções que garantam a proteção dos direitos das pessoas com doença crónica em Portugal. Vai, ainda, divulgar junto das pessoas com diabetes e da população geral a que tem acesso, da necessidade de atualização dos seus dados no SNS, dirigindo-se, para tal, ao centro de saúde de referência ou ao portal SNS24.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cem anos depois, APDP quer “fazer mais e melhor”</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/entrevistas/cem-anos-depois-apdp-quer-fazer-mais-e-melhor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) assinala um século de atividade com um sentimento de “grande orgulho” e de responsabilidade perante o legado construído ao longo de cem anos. A ideia foi sublinhada por Rita Nortadas, que destaca o percurso da instituição como uma referência incontornável na área da diabetes. Veja a entrevista. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/cem-anos-depois-apdp-quer-fazer-mais-e-melhor/">Cem anos depois, APDP quer “fazer mais e melhor”</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) assinala um século de atividade com um sentimento de “grande orgulho” e de responsabilidade perante o legado construído ao longo de cem anos. A ideia foi sublinhada por <strong>Rita Nortadas</strong>, que destaca o percurso da instituição como uma referência incontornável na área da diabetes. Veja a entrevista.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-vimeo wp-block-embed-vimeo wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="RITA NORTADAS" src="https://player.vimeo.com/video/1192599800?h=78510b2a11&amp;dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin"></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi um caminho com algumas dificuldades, mas sentimos um grande orgulho e uma grande vontade de continuar este legado e de fazer mais e melhor”, afirmou durante a sessão comemorativa do centenário na Assembleia da República.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Rita Nortadas, o papel da APDP ultrapassa fronteiras e consolidou-se tanto ao nível da prestação de cuidados como da investigação e da formação de profissionais de saúde. “A APDP é um marco não só a nível nacional, mas também internacional. É uma referência para profissionais de saúde, para investigação, mas também para as próprias pessoas que vivem com diabetes”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A responsável reforçou ainda a ambição de manter a proximidade que caracteriza a instituição desde a sua fundação. “Desejamos que a Associação continue a ser a casa das pessoas que vivem com diabetes, mas também a casa de todos nós que dedicamos o nosso dia a dia à doença e às pessoas”, rematou.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/entrevistas/cem-anos-depois-apdp-quer-fazer-mais-e-melhor/">Cem anos depois, APDP quer “fazer mais e melhor”</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>EISG 2026: Porto acolhe especialistas mundiais em incretinas</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/eventos/eisg-2026-porto-acolhe-especialistas-mundiais-em-incretinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O European Incretin Study Group (EISG) 2026, que vai acontecer entre 3 e 5 de setembro, no Porto, já disponibilizou o seu programa científico. O encontro reunirá investigadores e especialistas internacionais para discutir os mais recentes avanços na investigação em incretinas e o seu impacto na diabetes, obesidade e metabolismo. O programa inclui uma conferência [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/eventos/eisg-2026-porto-acolhe-especialistas-mundiais-em-incretinas/">EISG 2026: Porto acolhe especialistas mundiais em incretinas</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O European Incretin Study Group (EISG) 2026, que vai acontecer entre 3 e 5 de setembro, no Porto, já disponibilizou o seu programa científico. O encontro reunirá investigadores e especialistas internacionais para discutir os mais recentes avanços na investigação em incretinas e o seu impacto na diabetes, obesidade e metabolismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa inclui uma conferência plenária dedicada aos benefícios clínicos das terapêuticas baseadas em incretinas dirigidas aos recetores do GLP-1 e a outros recetores gastroentero-pancreáticos no tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade. As restantes sessões abordarão temas como a regulação metabólica mediada pelos recetores de GLP-1 e GIP, os mecanismos de sinalização do GLP-1R e GIPR, a secreção e sinalização do glucagon e a comunicação entre intestino e cérebro. O congresso integra ainda apresentações orais, sessões de posters e a cerimónia de entrega de prémios, encerrando três dias dedicados aos mais recentes desenvolvimentos da investigação nesta área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://umib.icbas.up.pt/european-incretin-study-group/">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/eventos/eisg-2026-porto-acolhe-especialistas-mundiais-em-incretinas/">EISG 2026: Porto acolhe especialistas mundiais em incretinas</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ultraprocessados podem agravar fatores de risco cardiovascular na diabetes tipo 1</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/ultraprocessados-podem-agravar-fatores-de-risco-cardiovascular-na-diabetes-tipo-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 10:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista Diabetes Research and Clinical Practice sugere que um maior consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está associado a um perfil lipídico mais aterogénico em adultos com diabetes tipo 1 (DT1), traduzido por níveis mais elevados de triglicéridos e valores mais baixos de colesterol HDL. Os resultados reforçam a importância da qualidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um estudo publicado na revista <em>Diabetes Research and Clinical Practice</em> sugere que um maior consumo de alimentos ultraprocessados (AUP) está associado a um perfil lipídico mais aterogénico em adultos com diabetes tipo 1 (DT1), traduzido por níveis mais elevados de triglicéridos e valores mais baixos de colesterol HDL. Os resultados reforçam a importância da qualidade da alimentação na gestão do risco cardiovascular nesta população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação analisou 253 adultos com DT1, com idade média de 38,9 anos e duração média da doença de 22,4 anos, todos utilizadores de monitorização contínua da glicose. Em média, os AUP representavam 15,5% da ingestão alimentar diária. Após ajustamento para potenciais fatores de confusão, cada aumento de 20 g de AUP por 1000 kcal associou-se a um incremento dos triglicéridos e a uma redução do colesterol HDL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As bebidas açucaradas ou adoçadas artificialmente relacionaram-se com níveis mais elevados de triglicéridos, enquanto as carnes processadas se associaram a valores inferiores de HDL. Entre os participantes tratados com múltiplas administrações diárias de insulina ou sistemas <em>open-loop</em>, os pratos prontos a consumir também se associaram a níveis mais elevados de HbA1c.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a natureza transversal do estudo não permitir estabelecer causalidade, os autores defendem que a redução do consumo de carnes processadas e bebidas açucaradas deve ser reforçada no aconselhamento nutricional dirigido às pessoas com DT1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://www.diabetesresearchclinicalpractice.com/article/S0168-8227(26)00293-7/abstract">aqui</a>.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/ultraprocessados-podem-agravar-fatores-de-risco-cardiovascular-na-diabetes-tipo-1/">Ultraprocessados podem agravar fatores de risco cardiovascular na diabetes tipo 1</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Glicose elevada associada a envelhecimento cerebral acelerado</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/glicose-elevada-associada-a-envelhecimento-cerebral-acelerado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 09:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Níveis mais elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral mais rápido, segundo um estudo que reforça a importância do controlo metabólico também na preservação da função cerebral. Os investigadores recorreram a inteligência artificial para desenvolver um modelo capaz de estimar a &#8220;idade cerebral&#8221; a partir de mais de mil características obtidas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://mydiabetes.pt/atualidade/glicose-elevada-associada-a-envelhecimento-cerebral-acelerado/">Glicose elevada associada a envelhecimento cerebral acelerado</a> aparece primeiro em <a href="https://mydiabetes.pt">My Diabetes</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Níveis mais elevados de glicose no sangue estão associados a um envelhecimento cerebral mais rápido, segundo um estudo que reforça a importância do controlo metabólico também na preservação da função cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores recorreram a inteligência artificial para desenvolver um modelo capaz de estimar a &#8220;idade cerebral&#8221; a partir de mais de mil características obtidas por ressonância magnética. A diferença entre a idade cerebral estimada e a idade cronológica – designada <em>brain age gap</em> – permitiu avaliar o grau de envelhecimento cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre nove metabolitos sanguíneos associados a este indicador, a glicose revelou a relação mais forte. Indivíduos com valores mais elevados apresentavam cérebros com aparência mais envelhecida nas imagens de ressonância magnética. A análise genética sustentou ainda uma possível relação causal entre níveis elevados de glicose e aceleração do envelhecimento cerebral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da glicose associou-se igualmente à redução do volume de 80 regiões cerebrais e a um maior risco de demência, doença de Alzheimer, demência vascular, doença de Parkinson, acidente vascular cerebral, depressão e ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os autores sublinhem que o envelhecimento cerebral resulta de múltiplos fatores, incluindo hipertensão, sono, atividade física e tabagismo, os resultados reforçam a hipótese de que a manutenção da glicemia em níveis saudáveis poderá contribuir para proteger a saúde cerebral ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/42337012/">aqui</a>.</p>
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		<title>Tiroidite de Hashimoto: o “termostato” do corpo pode voltar a funcionar em pleno equilíbrio</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/opiniao/tiroidite-de-hashimoto-o-termostato-do-corpo-pode-voltar-a-funcionar-em-pleno-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tiroidite de Hashimoto é a principal causa de hipotiroidismo e uma doença autoimune frequente, com impacto metabólico relevante. O diagnóstico precoce, baseado na avaliação clínica, hormonal, imunológica e ecográfica, permite instituir terapêutica adequada e reduzir complicações a longo prazo. Leia o artigo de opinião de Carlos Carneiro, especialista em Medicina Interna e presidente do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A tiroidite de Hashimoto é a principal causa de hipotiroidismo e uma doença autoimune frequente, com impacto metabólico relevante. O diagnóstico precoce, baseado na avaliação clínica, hormonal, imunológica e ecográfica, permite instituir terapêutica adequada e reduzir complicações a longo prazo. Leia o artigo de opinião de Carlos Carneiro, especialista em Medicina Interna e presidente do NEDAI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Tiroidite de Hashimoto pode parecer um nome assustador quando surge pela primeira vez num relatório médico. As estatísticas indicam que a doença é significativamente mais comum em mulheres do que em homens, surgindo frequentemente entre os 30 e os 50 anos, embora possa manifestar-se em qualquer idade. Entre as patologias que afetam esta pequena glândula em forma de borboleta, situada na base do pescoço, a Tiroidite de Hashimoto é a mais prevalente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Tiroidite de Hashimoto é uma doença autoimune, o sistema imunitário produz anticorpos que, por erro, identificam as células da tiroide como elementos estranhos. resultado é uma inflamação crónica que, progressivamente, destrói o tecido glandular. O corpo produz anticorpos (como o anti-TPO e anti-tiroglobulina) que atacam a tiroide, causando uma inflamação crónica. Com o tempo, este ataque contínuo pode danificar a glândula, impedindo-a de produzir hormonas suficientes para as necessidades do corpo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aqui que surge o hipotiroidismo. A tiroide é o “termostato” do corpo; ela dita o ritmo do seu metabolismo. Quando os níveis hormonais baixam, tudo abranda. Os principais sintomas que podem surgir são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Fadiga extrema e sonolência persistente.</li>



<li>Aumento de peso sem alteração na dieta.</li>



<li>Sensibilidade ao frio (mãos e pés sempre gelados).</li>



<li>Pele seca, unhas quebradiças e queda de cabelo.</li>



<li>Névoa mental (dificuldade de concentração e memória).</li>



<li>Alterações de humor, como depressão ou ansiedade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico é geralmente simples, realizado através de análises ao sangue que medem a hormona TSH, a T4 livre e a presença de anticorpos anti-tiroperoxidase (anti-TPO e anti-tiroglobulina) que deve ser completado com a realização de ecografia a tiroide.<br>O objetivo do tratamento não é “curar” a autoimunidade, mas sim repor o que falta.<br>O tratamento padrão pode passar pela toma diária de levotiroxina, uma hormona sintética idêntica àquela que o seu corpo deveria produzir. Quando a dose é ajustada corretamente pelo seu médico, a maioria dos sintomas desaparece e o risco de complicações a longo prazo é drasticamente reduzido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a medicação seja crucial, muitos doentes sentem-se melhor ao adotar estratégias complementares:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alimentação Anti-inflamatória: Focar em alimentos reais, ricos em selénio (como a castanha-do-pará) e zinco, pode ajudar a reduzir a inflamação. Alguns doentes relatam melhorias ao reduzir o glúten, embora isto deva ser discutido com um especialista.</li>



<li>Gestão do Stress: O cortisol (hormona do stress) pode exacerbar a resposta autoimune. Práticas como ioga ou meditação são aliadas valiosas.</li>



<li>Sono de Qualidade: A tiroide precisa de descanso para que o sistema endócrino funcione em equilíbrio.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Receber este diagnóstico não significa que terá uma qualidade de vida inferior. Significa apenas que o seu corpo exige uma atenção mais consciente. A Tiroidite de Hashimoto exige um compromisso para toda a vida com a monitorização médica, mas está longe de ser uma sentença de mal-estar. Com o diagnóstico precoce, o ajuste correto da medicação e a monitorização clínica e imagiológica adequada, o “termostato” do corpo pode voltar a funcionar em pleno equilíbrio.</p>
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		<title>Projeto da APDP desafia jovens com diabetes tipo 1 a gerir a doença em contexto extremo</title>
		<link>https://mydiabetes.pt/atualidade/projeto-da-apdp-desafia-jovens-com-diabetes-tipo-1-a-gerir-a-doenca-em-contexto-extremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sofia Dutra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 08:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), através do Núcleo Jovem, promoveu a 9.ª edição do projeto “Diabetes com A(l)titude”, que reuniu 21 jovens com diabetes tipo 1 numa expedição entre Ronda e Málaga, em Espanha. A iniciativa pretende demonstrar que a prática de atividade física exigente é compatível com a doença, desde que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP), através do Núcleo Jovem, promoveu a 9.ª edição do projeto “Diabetes com A(l)titude”, que reuniu 21 jovens com diabetes tipo 1 numa expedição entre Ronda e Málaga, em Espanha. A iniciativa pretende demonstrar que a prática de atividade física exigente é compatível com a doença, desde que exista preparação, conhecimento e uma gestão adequada da terapêutica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhados por profissionais de saúde da APDP e por guias da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal, os participantes enfrentaram um conjunto de desafios físicos e psicológicos, incluindo percursos de vias ferratas e o Caminito del Rey, colocando à prova a capacidade de adaptação e de autocontrolo em contexto real.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da APDP, José Manuel Boavida, entende que o projeto reforça a autonomia e a confiança dos jovens, demonstrando que a diabetes tipo 1 &#8220;não impõe limites, mas exige conhecimento e atitude&#8221;. Já a coordenadora do Núcleo Jovem da APDP, Alexandra Costa, destaca que estes contextos permitem desenvolver competências de autocuidado fundamentais para a gestão da doença em situações exigentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 2017, o projeto tem como principal objetivo educar para o tratamento da diabetes durante o exercício físico, promovendo simultaneamente o apoio entre pares. Ao longo das várias edições, a iniciativa tem contribuído para melhorar a autoconfiança, a aceitação da doença e a qualidade de vida dos participantes.</p>
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